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Os eleitores guineenses são chamados a decidir, no domingo (30.08), se aprovam ou rejeitam a nova Constituição, validada pelo Conselho Nacional de Transição e já publicada no Boletim Oficial.
À medida que se aproxima a data da votação, multiplicam-se as críticas ao processo, com partidos políticos e organizações da sociedade civil a denunciarem "irregularidades" e "ilegalidades", enquanto aumentam os apelos ao boicote do referendo.
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