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Em entrevista exclusiva à DW, em Lisboa, o político guineense Agnelo Regalla sublinha que o objetivo é claro: "Criar uma Constituição à medida dos desejos de Umaro Sissoco Embaló".
Em 2022, Regalla foi vítima de um ataque a tiro junto à sua residência, em Bissau, tendo sido transportado para Portugal para tratamento médico. O coordenador da coligação "PAI - Terra Ranka" espera agora que, pela via do diálogo, seja possível avançar até às próximas eleições com a instituição de um Presidente da República e de um governo de transição civis.
O político acredita que os militares deixarão o poder: "Não lhes resta outro caminho", frisa.
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