Acra foi localizada em escavações num antigo estacionamento em JerusalémFoto: Getty Images/AFP/G. Tibbon
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1- Quando voltar para casa vira uma síndrome
Brasileiros sofrem para se readaptar após experiências no exterior. Estima-se que, para cada ano vivido fora, migrantes demoram pelo menos seis meses para se acostumar novamente à terra natal: é a "síndrome do retorno". Leia mais
2- Violência contra refugiados dispara na Alemanha
Número de delitos contra abrigos de migrantes mais que triplicou em relação a 2014, segundo Departamento Federal de Investigações. Ativistas estão alarmados em relação a agressões físicas contra refugiados e voluntários. Leia mais
3- Arqueólogos encontram fortaleza bíblica em Jerusalém
Cidadela de Acra, construída há mais de 2 mil anos, foi um centro de poder e usada para conter a rebelião judaica registrada no livro bíblico dos Macabeus. Buscas já duravam mais de um século. Leia mais
4- "Sociedade brasileira precisa valorizar a educação"
Ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro fala dos impactos do ajuste fiscal, defende aumento tributário para melhorar ensino e maior comprometimento do cidadão. Sobre Dilma, admite: "Há dificuldade de diálogo." Leia mais
5- Bomba da Segunda Guerra paralisa aeroporto de Düsseldorf
Explosivo continha um detonador químico, e peritos tiveram de fazer uma explosão controlada. Sete voos são cancelados, e outros 34, adiantados ou atrasados. Leia mais
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As dez maiores fortunas da Alemanha
Quanto faturam os bilionários alemães e quem é o mais abastado de todos? A revista "Manager" divulgou uma lista das 500 famílias mais ricas. Veja aqui as dez mais.
Foto: picture-alliance/dpa
10º: Café, cigarros, pizza
Günter Herz, de 75 anos, ajudou a transformar a Tchibo, o relativamente modesto negócio de seu pai, em uma companhia de bens de consumo e café com faturamento previsto de 8 bilhões de euros em 2015. Os variados investimentos de Herz incluem tabaco, esportes e até mesmo a cadeia de restaurantes Vapiano.
Foto: picture-alliance/dpa
9º: Ferragens e obras-primas
Com os parafusos que vende para todo o mundo, o octogenário Reinhold Würth deverá ter um faturamento de 10 bilhões de euros em 2015. Porém, o magnata das ferramentas e ferragens também é um famoso colecionador de arte, possuindo mais de 16 mil quadros raros, inclusive dos mestres modernos Emil Nolde e Max Ernst.
Foto: DW/E. Stasik
8º: Bons velhos tempos
A legendária cadeia alemã de vendas pelo correio Otto Versand dominava o setor décadas antes de a Amazon sequer existir. Seu fundador, Werner Otto, é venerado como pioneiro de empreendedorismo na Alemanha do pós-guerra. No entanto, a companhia tem sofrido com a concorrência das lojas online. Seu faturamento anual circula pelos 9 bilhões de euros.
Foto: picture-alliance/dpa
7º: Sucesso sem freios
Um faturamento de 9,5 bilhões de euros faz do proprietário da fábrica de freios Knorr-Bremse, Heinz-Hermann Thiele, o sétimo homem mais rico da Alemanha. Thiele é notório por suas estratégias de expansão agressivas nos negócios.
Foto: imago/HRSchulz
6º: Administração x inovação
O supermercado popular Aldi é dividido em dois ramos: norte e sul. A Aldi Norte (logomarca à dir.), gerida pela família Theo Albrecht, fatura mais de 16 bilhões de euro neste ano. Especialistas criticam o estilo de gestão da família, por se concentrar mais em administração do que em inovação – um problema nos competitivos tempos atuais.
Foto: picture-alliance/dpa/W. Steinberg
5º: Luxos baratos
Champanha e comida exótica a preços de liquidação: antes limitados ao segmento econômico, os supermercados Lidl tentam conquistar uma nova clientela, concorrendo fortemente com a Aldi. A cadeia de Dieter Schwarz faturou 17 bilhões de euros em 2015.
Foto: picture-alliance/dpa/J. Kalaene
4º: Crescimento com unhas e dentes
Com participação na Reckitt-Benckiser, Coty and JAB Holdings, a família Reimann já faturou 17,6 bilhões de euros neste ano. Um cavalo de batalha seu é a linha de produtos para a "terceira dentição" da marca Kukident. Fundada no início do século 20, a Reimann vem se expandindo em ritmo agressivo, adquirindo, por exemplo, marcas antes pertencentes à gigante Procter & Gamble.
Foto: Imago/Westend61
3º: Economizar dá lucro
Calcula-se que o supermercado econômico Aldi Süd terá um faturamento de 20 bilhões de euros, até o fim deste ano. A terceira companhia mais rica da Alemanha é mantida pelas famílias Albrecht e Heister, que se separaram da Aldi Nord algumas décadas atrás. Sua estratégia é fornecer produtos de qualidade razoável a baixo custo.
Foto: picture-alliance/dpa
2º: Ao fundo do poço e de volta
Georg Schaeffler e sua mãe, Maria-Elisabeth, ficaram quase arruinados quando a companhia de rolamentos INA Schaeffler adquiriu a fabricante de pneus Continental, antes da crise financeira de 2008. Ainda assim, a segunda família mais abastada da Alemanha conseguir fazer um retorno memorável: até o fim de 2015, eles esperam ter faturado 22 bilhões de euros.
Foto: picture-alliance/Sven Simon/M. Ossowski
1º: Rico demais para se preocupar
Os primeiros da lista são Stefan Quandt e sua irmã, Susanne Klatten (na foto, com a mãe, Johanna Quandt), os principais acionistas da gigante automobilística BMW. A queda das cotações após o escândalo da concorrente Volkswagen não parece ter afetado a família, que pelo segundo ano seguido se destaca como a mais rica da Alemanha. O faturamento estimado em 2015 é de 26,5 bilhões de euros.