Confira os destaques do noticiário nacional e internacional desta quarta-feira.
Foto: Reuters/A. Machado
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BRASIL
Tribunal mantém condenação de Lula e aumenta pena
Desembargadores que analisaram caso em 2ª instância desafiam entendimento do STF e rejeitam anular sentença do petista no caso do sítio de Atibaia. Pena ainda foi aumentada para 17 anos e um mês. Leia mais
Os riscos do fim da moratória da soja
Ruralistas vêm pressionando, com o apoio de integrantes do governo, pelo fim de pacto contra plantio de soja em áreas desmatadas da Amazônia. Além do impacto ambiental, revogação da medida poderia afastar compradores.Leia mais
O Brasil na imprensa alemã (27/11)
Mídia alemã destaca criação do novo partido conservador de Bolsonaro, homofobia no futebol e como a decisão da Copa Libertadores parou parte do país com a vitória do Flamengo.Leia mais
ALEMANHA
Receita da Alemanha tem ONGs "políticas demais" na mira
Após perda do status não lucrativo de associação de vítimas do Holocausto, instituições em todo o país temem restrições do discurso político na sociedade civil. Berlim afirma estar apenas endurecendo leis tributárias. Leia mais
Otan é tão importante hoje como na Guerra Fria, diz Merkel
Em resposta a críticas de Macron, chanceler federal alemã faz ferrenha defesa da Aliança Atlântica e afirma que Europa não tem capacidade de se defender sozinha.Leia mais
MUNDO
Parlamento dá luz verde à nova Comissão Europeia sob Von der Leyen
Eurodeputados aprovam composição do próximo Executivo da UE, sob a presidência da alemã Ursula von der Leyen. Nova líder promete um "novo começo para a Europa", incluindo ações contra mudanças climáticas. Leia mais
"Europa precisa ser assertiva e confiante”
Em entrevista à DW, nova presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, fala dos desafios que a UE deve enfrentar, como a mudança climática, a crescente digitalização e o estado das relações com EUA e China. Leia mais
Para europeus, emprego e clima são prioridade
Pesquisa aponta quais temas deveriam, segundo os cidadãos, ser tratados como prioritários pelas autoridades da União Europeia. Maioria apoia aprofundamento do projeto de integração comunitária. Leia mais
Opinião: Donald Trump não é um acidente
O atual presidente americano é com frequência chamado de populista. Mas, na verdade, ele é a reação ao populista que ocupou a Casa Branca antes dele, opina o articulista Alexander Görlach. Leia mais
Corpos de vietnamitas mortos em caminhão no Reino Unido são repatriados
Caixões e cinzas de vítimas de rede de tráfico de pessoas encontradas em veículo refrigerado próximo a Londres chegam ao Vietnã e são recebidos por uma multidão. Familiares aguardavam repatriação há mais de um mês. Leia mais
SAÚDE
Banco de esperma para portadores de HIV é inaugurado na Nova Zelândia
Projeto visa diminuir preconceitos e estigmas contra os portadores do vírus da aids, ressaltando a incapacidade de transmissão da doença por quem teve o tratamento de forma adequada.Leia mais
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Udo Lindenberg: uma lenda do rock contra o Muro de Berlim
26:21
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Alguns dos recursos mais escassos no mundo
Embora pareçam intermináveis, reservas de elementos essenciais como água, carvão e areia estão ameaçadas. Uso excessivo, má distribuição e fatores climáticos tornam recursos naturais cada vez mais valiosos.
Foto: AFP/S. Qayyum
Água, a fonte da vida
Em algumas partes do mundo, o acesso à água doce é considerado rotina, mas na verdade é um luxo. A água doce representa apenas 2,5% do volume total de água no mundo e mais da metade disso é gelo. A agricultura é responsável por 70% da água consumida no mundo. Até 2050, prevê-se que dois terços da população mundial sofram com escassez de água, o que afetará todos os aspectos da vida das pessoas.
Foto: picture-alliance/Zumapress
Solo, o novo ouro
A disputa pela terra está aumentando mundo afora. À medida que a população mundial cresce, a terra disponível não aumenta. Pelo contrário, está cada vez mais degradada. Eventos climáticos extremos devido ao aquecimento global agravam estes problemas. Países muito populosos ou nações com pouca área para agricultura, como China e Arábia Saudita, já buscam terras na África. O solo é o novo ouro.
Foto: Imago/Blickwinkel
Petróleo, ouro negro
A reserva de combustíveis fósseis no planeta é limitada, e, se eles se esgotarem, não poderão ser repostos. Se continuarmos com a atual taxa de consumo, isso levará ao esgotamento. Esse cenário seria um grande desafio para países como o Iraque e a Líbia, que têm grandes reservas de petróleo e gás natural.
Foto: picture-alliance/dpaH. Oeyvind
Carvão, hora de repensar seu uso
O mesmo se aplica ao carvão. Mesmo que países como a Alemanha estejam relutantes em abandonar esta fonte de energia poluente, as reservas estão acabando. Na Polônia, as reservas de linhito das minas em funcionamento deverão esgotar-se até 2030. A hulha pode durar um pouco mais, mas não muito, dizem os especialistas. Por isso, é preciso criar alternativas ao carvão.
Foto: picture alliance/PAP/A. Grygiel
Areia, recurso infinito?
Ao vermos um deserto, a areia parece infinita, mas sua produção natural é um processo bastante lento. É um recurso renovável, mas que está sendo usado em um ritmo tão rápido - na construção, por exemplo - que a natureza não tem tempo para a reposição. Em áreas em desenvolvimento como a África Oriental, onde a população deve duplicar até por volta de 2050, a areia pode tornar-se um recurso escasso.
Foto: picture-alliance/ZB/P. Förster
Extinção de espécies
O descuido do ser humano em relação aos seres vivos está deixando várias espécies à beira da extinção. Os animais são amplamente vistos como recursos pelo ser humano, e como tal, pangolins (foto) podem ser incluídos na lista de recursos naturais escassos. Se esses recursos continuarem sendo explorados de forma insustentável, a vida humana estará em risco.
Foto: picture-alliance/Zuma/I. Damanik
Qual o mais valioso dos recursos escassos?
Parece que está tudo desmoronando e que nada mais pode ser feito para evitar um futuro sombrio. No entanto, uma coisa ainda disponível é o tempo, um recurso escasso, mas extremamente valioso. Alguns dizem que a emergência climática ainda pode ser revertida se forem tomadas medidas ao longo dos próximos 12 anos. E este é um recurso que podemos explorar ao máximo. Não há tempo a perder.