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Dilma: "Temos que nos acostumar às vozes das ruas"

1 de maio de 2015

Nas redes sociais, presidente defende a valorização do salário mínimo, mudanças nas regras trabalhistas e protestos. Pela primeira vez, ela não vai à TV no Dia do Trabalho por receio de manifestações contra o governo.

Foto: picture-alliance/epa/F. Bizerra jr.

Em três vídeos postados nas redes sociais, a presidente Dilma Rousseff defendeu nesta sexta-feira (01/05) a valorização do salário mínimo, mudanças na legislação trabalhista e previdenciária, além do respeito ao direito de protesto da população.

É a primeira vez que Dilma cancela o pronunciamento em rede nacional de televisão no Dia do Trabalho. O Planalto temia a reedição dos panelaços durante a fala da presidente, a exemplo do ocorrido em 08 de março, no Dia da Mulher.

Em seu terceiro vídeo, Dilma ressaltou que é necessário "nos acostumar às vozes das ruas" e defendeu o diálogo "franco e transparente" entre o governo e a sociedade como instrumento para a busca de consenso entre os diferentes segmentos sociais.

"Temos que nos acostumar a fazer isso sem violência e sem repressão. Para isso, nada melhor do que o diálogo franco e transparente entre governo e sociedade", disse Dilma.

Ela criou também um fórum para debater políticas de emprego, trabalho, renda e previdência social. Esse meio de discussões reunirá as centrais sindicais, representantes de aposentados e pensionistas, de empresários e do governo.

A pauta será a sustentabilidade do sistema previdenciário. A discussão abordará temas como regras de acesso, idade mínima, tempo de contribuição e fator previdenciário. Dilma também propôs debater medidas de redução da rotatividade, formalização e aumento da produtividade do trabalho.

"Caberá a nós todos encontrarmos a melhor estratégia e definir os mais eficientes instrumentos para que possamos atingir os nossos objetivos de fazer o Brasil crescer, aumentando emprego e renda de todos os trabalhadores", disse.

FC/abr/ots

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