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CatástrofeArgentina

Explosão em complexo industrial deixa feridos na Argentina

15 de novembro de 2025

Detonação atingiu área em cidade nos arredores de Buenos Aires e a cerca de 10 quilômetros do principal aeroporto do país, gerando atrasos e desvios de voos. Mais de 20 ficaram feridos.

Homans observam coluna de fumaça laranja e preta sobre prédios
Densa coluna de fumaça preta e laranja subiu centenas de metros no céu sobre o município de EzeizaFoto: Alessia Maccioni/REUTERS

Uma forte explosão sacudiu nesta sexta-feira um complexo industrial na cidade de Carlos Spegazzini, na província de Buenos Aires e a 12 quilômetros do aeroporto internacional de Ezeiza, o principal da Argentina, afetando a visibilidade na região e deixando 22 feridos, afirmou a imprensa locan na madrugada deste sábado (15/11).

Diversos voos previstos para pousar no aeroporto foram atrasados ou desviados, e uma das vias de acesso ao terminal foi bloqueada.

Uma densa coluna de fumaça preta e laranja subiu centenas de metros no céu sobre o município de Ezeiza, a cerca de 40 quilômetros de Buenos Aires, enquanto as chamas iluminaram as proximidades dos prédios afetados.

O prefeito da cidade de Ezeiza, Gastón Granados, informou à rede de televisão TN na madrugada de sábado que ainda não se sabia como e onde a explosão teve origem e mencionou que as chamas produzidas afetaram várias fábricas do complexo industrial.

Indústria química, plásticos, pneus

"Uma delas é uma planta química, onde os depósitos pegaram fogo, onde há questões vinculadas ao agro e a fertilizantes. Também há outra de plásticos”, disse.

"São empresas diferentes com produtos diferentes. Há um grande estoque de pneus, há empresas químicas, um armazém da Iron Mountain (documentos). É um incêndio muito complexo", disse o diretor da Defesa Civil da província de Buenos Aires, Fabián García, ao jornal La Nación.

Segundo vizinhos e fontes médicas citadas pela imprensa local, a maioria dos feridos era de moradores que apresentavam lesões leves e moderadas, resultado de queimaduras, politraumatismos e estilhaços de vidros pela onda de choque.

md (EFE, AFP)

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