Eleições mais importantes desde 1991 escolhem novo parlamento e podem mudar atual curso político do país. Campanha é marcada por compra de votos e fake news.
Partidos fizeram campanha nas ruas da MoldáviaFoto: Tobias Zuttmann/DW
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Vídeos que circulam no TikTok alegam que a Moldávia estaria vivendo uma suposta ditadura comandada pela presidente pró-União Europeia (UE) Maia Sandu e pela legenda liberal-conservadora Partido Ação e Solidariedade (PAS). Seria um "regime fantoche" que se vendeu ao bloco europeu, à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e ao milionário americano George Soros para destruir a agricultura do país, instalar a "ideologia LGBTQ" e conduzir uma guerra contra a Rússia.
O ex-presidente da Moldávia Igor Dodon, fiel seguidor de Vladimir Putin e líder do Partido dos Socialistas (PSRM) e da aliança eleitoral Bloco dos Patriotas, está entre aqueles que propagam essas teorias conspiratórias diariamente nas redes sociais. O logotipo de sua aliança é uma estrela branca e vermelha com um coração dentro e, dentro dele, o símbolo soviético da foice e do martelo.
Dodon se descreve como de direita, defensor dos "valores tradicionais" e gosta de terminar seus vídeos com a saudação cristã ortodoxa "Deus ajude".
A mistura de ódio à União Europeia e ao Ocidente, nostalgia soviética, lealdade ao Kremlin, devoção cristã ortodoxa e populismo de direita encontrou terreno fértil em parte da sociedade do país. Muitos moldavos, principalmente os aposentados, enfrentam uma precária situação socioeconômica.
Atual presidente, Maia Sandu, aproximou país da UEFoto: Romeo Boetzle/AFP
Essa tendência já é observada há um ano no país. Nas eleições presidenciais de 2024, Sandu conquistou a reeleição com uma margem apertada de votos. Uma pequena maioria também aprovou a adesão do país à UE, num referendo que ocorreu simultaneamente. Mas agora a situação política na Moldávia pode realmente mudar.
Neste domingo (28/09), os eleitores do país de 2,4 milhões de habitantes vão às urnas escolher o novo parlamento. O partido de Sandu conquistou a maioria dos assentos nas eleições parlamentares anteriores de 2021.
Essa é a primeira eleição parlamentar desde que a Moldávia recebeu em 2022 o status de candidata à adesão à UE. Há meses o atual pleito é visto como decisivo para o futuro político moldavo que, dependendo do resultado, poderá seguir na direção do bloco europeu ou voltar para a influência da Rússia.
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Quase metade de indecisos
As pesquisas eleitorais moldavas não são confiáveis. Além disso, elas indicam que quase metade dos eleitores está indecisa. O PAS, legenda da presidente que defende direitos civis e uma pauta anticorrupção, pode perder a maioria absoluta que conquistou em 2021, mesmo que continue sendo o partido mais forte.
Duas alianças que, segundo pesquisas, devem eleger parlamentares têm uma orientação pró-Rússia. Uma delas é o Bloco dos Patriotas e a outra o Bloco Eleitoral Alternativo, do prefeito da capital Chisinau, Ion Ceban.
O Novo Partido (PN), do empresário Renato Usatii, que fez fortuna na Rússia, também tem chances de entrar no parlamento. Usatii é um aventureiro político e populista difícil de classificar. Dependendo do resultado do pleito, ele poderá ser um fator decisivo para determinar se o país manterá o curso pró-europeu ou voltará a se alinhar com a Rússia.
Sandu declarou que essas são as eleições mais importantes do país desde a independência em 1991 e alertou para uma "derrota da democracia". Neste caso, "a Rússia nos desestabilizará e nos arrancará da Europa", afirmou.
Os defensores da Rússia nem se dão ao trabalho de negar isso. Dodon e seu bloco defendem o fim do curso pró-UE e um retorno à estrutura russa Comunidade dos Estados Independentes (CEI) e à União Econômica Eurasiática.
Dodon espalha teorias conspiratórias nas redes sociaisFoto: Vladislav Culiomza/REUTERS
O embaixador russo na Moldávia, Oleg Oserow, chegou a fazer ameaças recentemente. Segundo ele, a Rússia defende a preservação da integridade territorial e a neutralidade da Moldávia. O exemplo da Ucrânia mostraria o que acontece quando um país supostamente abandona seu status neutro.
Humilhação para a Rússia
Economicamente, o Kremlin não precisa da pequena Moldávia. No entanto, a mentalidade imperialista da Rússia levou ao início no país da primeira guerra pós-soviética em 1992. Na Transnístria, então disputada e até hoje separatista, estão estacionados cerca de 1,5 mil soldados russos e um enorme arsenal de armas.
O valor estratégico da Moldávia vem crescendo desde 2022, porque, deste país praticamente indefeso, Moscou poderia abrir uma nova frente de batalha contra a Ucrânia. Não se deve subestimar também a atitude russa em relação ao país e nem as humilhações que sofreu lá, quando uma mulher considerada incorruptível e modesta, Sandu, superou o domínio russo e conduziu a nação em direção à Europa.
Por isso, não é surpresa que a Rússia esteja fazendo de tudo para influenciar as eleições. Um dos instrumentos usados é compra de votos com pagamento por aplicativos. Mais de 300 mil eleitores haviam se cadastrado no ano passado para vender o voto. O governo classificou a ação como um "ataque híbrido sem precedentes" contra a Moldávia.
A compra de votos foi coordenada por uma rede do empresário moldavo-israelense Ilan Sor, que estaria agindo a mando do serviço secreto russo e do Kremlin. Sor foi condenado na Moldávia por um grande esquema de corrupção. Em 2019, ele fugiu para Israel e posteriormente para a Rússia. Vários partidos que ele fundou para a eleição atual foram proibidos.
Ilan Sor estaria envolvido na compra de votosFoto: Novak Nikita/Russian Look/IMAGO
Há meses a polícia moldava alerta para o risco de esquemas de compra de votos – aparentemente sem muito sucesso. Quase que diariamente são realizadas batidas policiais em todo o país contra fraudadores eleitorais, e coordenadores do esquema são presos.
Fake news e narrativas pró-Rússia
Outro meio usado para influenciar as eleições é inundar as redes sociais, principalmente o TikTok, com milhares de vídeos que espalham notícias falsas. A estratégia é eficiente, pois grande parte dos moldavos se informa principalmente pelas redes sociais.
Além das narrativas pró-Rússia típicas, circulam vídeos alegando que o "regime de Sandu" seria a personificação da corrupção e o PAS seria responsável pela pobreza de milhares de pessoas no país.
No entanto, tanto Sandu quanto o partido fundado por ela, o PAS, travaram, pela primeira vez desde a independência moldava, uma luta contra a corrupção. Já a invasão da Ucrânia pela Rússia mergulhou o país numa grave crise econômica devido à explosão do preço da energia e à interrupção no fornecimento do gás russo no início de 2025.
Suspeito de corrupção em vários casos, Dodon ignora os fatos, e sua campanha defende o fim da "praga amarela" – uma alusão à cor que caracteriza o partido de Sandu.
O mês de setembro em imagens
Veja alguns dos principais acontecimentos do mês
Foto: Sergio Lima/AFP
Ex-assessor de deputado da AfD é condenado por espionagem
Um ex-assessor do eurodeputado alemão Maximilian Krah, do partido de ultradireita Alternativa para a Alemanha (AfD), foi condenado a 4 anos e 9 meses de prisão sob a acusação de ter espionado para a China. Um tribunal de Dresden considerou provado que Jian G. trabalhou para um serviço secreto chinês. (30/09)
Foto: Sebastian Kahnert/dpa/picture alliance
Lufthansa anuncia corte de 4 mil cargos administrativos
A companhia aérea alemã Lufthansa anunciou um corte de 4 mil cargos administrativos até 2030, à medida que avança em um processo de automação, digitalização e consolidação do trabalho com a ajuda da inteligência artificial (IA). O sindicato dos trabalhadores do setor de serviços Verdi criticou os cortes. (29/09)
Foto: Michael Bihlmayer/CHROMORANGE/picture alliance
Ponte mais alta do mundo é inaugurada na China
Estrutura que corta o Cânion Huajiang, na província de Guizhou, tem 625 metros de altura em seu ponto mais alto do chão até a pista, e 1.420 metros de extensão. Ponte levou três anos para ser construída, e vai encurtar o tempo de viagem de cerca de duas horas para poucos minutos. (28/09)
Foto: STR/AFP/Getty Images
Protesto em Berlim contra guerra em Gaza bate recorde de público
Manifestação reuniu 100 mil, segundo a organização, e 60 mil, nas estimativas da polícia. Ato foi respaldado por cerca de 50 organizações, entre elas a Anistia Internacional e o partido A Esquerda, e pediu o fim da exportação de armas alemãs a Israel, o acesso desimpedido de ajuda humanitária à Faixa de Gaza e a aplicação de sanções da União Europeia contra Israel. (27/09)
Foto: Annette Riedl/dpa/picture alliance
Em discurso na ONU boicotado por diplomatas, Netanyahu descarta criação de Estado palestino
Recebido sob vaias e com a saída de várias delegações, que esvaziaram o plenário, premiê israelense chamou solução de dois Estados de "suicídio nacional", pois sinalizaria que "assassinar judeus vale a pena". Também negou as acusações de genocídio e denúncias de fome em Gaza, e disse que Israel protege o Ocidente dos "bárbaros" no Oriente Médio. (26/09)
Foto: Michael M. Santiago/Getty Images
Sarkozy condenado a cinco anos de prisão na França
Um tribunal de Paris condenou o ex-presidente da França Nicolas Sarkozy a cinco anos de prisão por associação criminosa. Ele foi acusado de aceitar contribuições para a campanha eleitoral da qual saiu vitorioso, em 2007, do antigo ditador líbio Muammar Kadafi, por intermédio de um empresário franco-libanês. (25/09)
Foto: Vincent Isore/IP3press/IMAGO
CCJ do Senado enterra a PEC da Blindagem por unanimidade
Aprovada na Câmara, Proposta de Emenda à Constituição que visava ampliar a proteção de parlamentares contra processos na Justiça gerou uma onda de indignação e provocou manifestações em todo o país. A repercussão negativa acelerou o processo na Comissão de Constituição e Justiça, que foi unânime ao rejeitar a PEC. Presidente do Senado anunciou o arquivamento, enterrando de vez a proposta. (24/09)
Foto: Gustavo Basso/DW
Na ONU, Lula critica sanções dos EUA e conduta de Israel
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou seu discurso de abertura da 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas para criticar duramente o que chamou de "ataques à soberania" brasileira, numa fala direcionada ao governo dos Estados Unidos. O discurso ainda incluiu críticas a Israel. (23/09),
Foto: Timothy A. Clary/AFP
PGR denuncia Eduardo Bolsonaro por coação à Justiça
Eduardo Bolsonaro e o produtor de conteúdo Paulo Figueiredo foram denunciados por articular junto ao governo Trump sanções contra o Brasil e o STF no intuito de impedir a condenação de Jair Bolsonaro. Ex-presidente não foi denunciado. "A dupla de denunciados não hesitou em arrogar a si própria a inspiração determinante das sanções econômicas que vieram a ser", disse o PGR, Paulo Gonet. (22/09)
Foto: Lev Radin/Pacific Press/picture alliance
Reino Unido, Canadá e Austrália reconhecem Estado palestino
Os governos do Reino Unido, Canadá e Austrália formalizaram o reconhecimento oficial do Estado palestino. Os reconhecimento britânico e canadense são especialmentes simbólicos, já que são as duas primeiras nações do G7 a formalizarem a medida. O governo israelense, que é contra o estabelecimento de um Estado para os palestinos, crticiou o reconhecimento. (21/09)
Foto: Luis Boza/NurPhoto/picture alliance
Ciberataque afeta aeroportos europeus
Vários aeroportos europeus, incluindo Bruxelas, Berlim e Heathrow, em Londres, foram afetados por "interrupções cibernéticas" que impactaram os sistemas de check-in e despacho de bagagem, causando atrasos e longas filas. (20/09)
Foto: Marta Fiorin/REUTERS
Bombas da Segunda Guerra em Berlim
Duas bombas da Segunda Guerra Mundial encontradas em locais diferentes de Berlim forçaram a retirada de mais de 20 mil moradores de suas casas. Um dos artefatos foi encontrado no leito do rio Spree, no centro da cidade, durante inspeção de rotina. Ao mesmo tempo, em outro bairro, uma bomba russa de 100 quilos foi encontrada em um canteiro de obras. Nenhuma delas precisou ser desativada. (19/09)
Foto: Michael Ukas/dpa/picture alliance
França tem dia de protestos contra medidas de austeridade
Protestos em massa contra medidas de austeridade reuniram 500 mil pessoas na França, que vive crise social e politica devido à escalada de seu déficit fiscal. Manifestantes pedem o cancelamento dos planos orçamentários, aumento de impostos para os mais ricos e a reversão da reforma da Previdência. Cerca de 80 mil policiais foram mobilizados e mais de 180 pessoas foram detidas. (18/09)
Foto: Sylvain Thomas/AFP/Getty Images
Bolsonaro recebe alta médica; biópsia indica câncer de pele
Ex-presidente recebeu alta hospitalar um dia após ser internado no Hospital DF Star, em Brasília, em razão de um quadro de vômito e queda de pressão arterial. Segundo boletim médico, biópsia de duas lesões retiradas no último domingo apontou a presença de carcinoma, tipo comum de câncer de pele. Retirada das manchas cutâneas descarta necessidade de tratamentos adicionais. (17/09)
Foto: Julia Maretto/AFP
Comissão da ONU acusa Israel de genocídio em Gaza
Uma comissão independente de inquérito do Conselho de Direitos Humanos da ONU acusou Israel de estar cometendo genocídio na Faixa de Gaza, atingindo quatro dos cinco critérios da Convenção das Nações Unidas para a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio. O Ministério do Exterior de Israel afirmou que "rejeita categoricamente esse relatório distorcido e falso". (16/09)
Foto: Ali Jadallah/Anadolu/picture alliance
Netanyahu admite isolamento de Israel em meio à guerra em Gaza
Em um raro reconhecimento do isolamento decorrente das críticas internacionais a Israel devido à guerra em Gaza, o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, culpou as minorias na Europa que promovem "ideologia antissemita e islâmica extremista" e defendeu ataques de seu país além de suas fronteiras, como o realizado no Catar, para "proteger seus cidadãos". (15/09)
Foto: Nathan Howard/AFP/Getty Images
Ato pró-palestinos interrompe Volta da Espanha em Madri
Protestos pró-palestinos interromperam a etapa final da Volta da Espanha, em Madri, uma das três maiores competições anuais do ciclismo mundial. Os ativistas protestavam contra a participação de uma equipe israelense na prova. O grupo derrubou barreiras de metal e ocupou diversos pontos do trajeto da corrida. Duas pessoas foram presas e 22 policiais ficaram feridos. (14/09)
Foto: Manu Fernandez/AP Photo/picture alliance
Ultradireita britânica reúne 110 mil em manifestação anti-imigração
Milhares de pessoas tomaram as ruas de Londres em uma das maiores manifestações da ultradireita britânica dos últimos anos. Os participantes carregavam bandeiras da Inglaterra, do Reino Unido e cartazes com mensagens anti-imigração. Nove pessoas foram presas após confrontos com policiais. (13/09)
Foto: Alex Day/Avalon/Photoshot/picture alliance
Suspeito de matar Charlie Kirk é preso nos EUA
Autoridades americanas capturaram o suspeito de assinar o ativista de ultradireita Charlie Kirk. Em uma coletiva de imprensa, o governador de Utah, Spencer Cox, indicou que o assassinato teve motivação política. Cox também disse que os investigadores encontraram um fuzil envolto em uma toalha e que a arma tinha uma mira telescópica acoplada. (12/09)
Foto: FBI/ZUMA/picture alliance
Bolsonaro é condenado a 27 anos de prisão por cinco crimes
Primeira Turma do STF condenou de forma inédita um ex-presidente brasileiro pelos crimes de golpe de Estado, organização criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Bolsonaro foi tomado como líder da organização criminosa. Outros sete réus do "núcleo crucial" também receberam penas de reclusão. (11/09)
Foto: Sergio Lima/AFP
Influenciador aliado de Trump morre baleado nos EUA
O ativista e influenciador de ultradireita Charlie Kirk, 31 anos, importante aliado do presidente Donald Trump, foi baleado em uma universidade dos EUA. Kirk foi levado a um hospital, mas sua morte foi anunciada pouco depois por Trump. Ele respondia a perguntas em um evento ao ar livre, em Utah, quando o ataque aconteceu. (10/09)
STF tem 2 votos para condenar Bolsonaro e mais 7 réus por golpe
Os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), votaram pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros sete réus por tentativa de golpe de Estado. Assim, o julgamento na Primeira Turma do STF tem placar de 2 a 0 pela condenação, faltando três votos. (09/09)
Foto: Eraldo Peres/AP Photo/picture alliance
Em crise política, França perde mais um primeiro-ministro
Quarto premiê francês em dois anos, centrista François Bayrou perdeu moção de confiança na Assembleia Nacional da França e deixa o governo após menos de 10 meses. País vive crise fiscal e enfrenta disparada da dívida pública. Políticas orçamentárias do primeiro-ministro desagradaram o parlamento e agora pressionam o mandato de Emmanual Macron. (08/09)
Foto: Bertrand Guay/AFP
Primeiro santo millenial
O Papa Leão 14 celebrou a canonização de Carlo Acutis, o primeiro santo da geração millennial, durante uma missa solene na Praça de São Pedro. O adolescente italiano nascido em Londres em 1991, conhecido por criar um site dedicado a catalogar milagres eucarísticos e apelidado de "influenciador de Deus", foi reconhecido pelos fiéis por unir tecnologia e devoção na promoção da fé católica. (07/09)
Foto: Andrew Medichini/AP Photo/dpa/picture alliance
Japão celebra maioridade do sucessor imperial
O príncipe Hisahito de Akishino, segundo na linha de sucessão ao Trono do Crisântemo, completou 19 anos neste sábado, em um dia marcado pela sua cerimônia de maioridade. Os rituais protocolares permitirão ao príncipe começar a participar da agenda oficial da família imperial do Japão e lhe abrem caminho para um futuro reinado. (06/09)
Foto: Japan Pool/Jiji Press/AFP
Novo vídeo mostra reféns israelenses
O grupo radical palestino Hamas divulgou um novo vídeo marcando os 700 dias do início da ofensiva israelense contra Gaza, no qual mostra os reféns israelenses Guy Gilboa-Dalal e Evyatar David. Na foto, manifestantes homenageiam as vítimas do Hamas e os reféns sequestrados durante os ataques a Israel em 7 de outubro de 2025. (05/09)
Foto: Israel Hadari/ZUMA/picture alliance
Macron afirma que 26 países apoiam força de garantia para a Ucrânia
Uma cúpula em Paris com o presidente francês, Emmanuel Macron, seu homólogo ucraniano, Volodimir Zelenski, e líderes europeus, alguns por videoconferência, discutiu como aliados ajudariam Kiev a se proteger de investidas russas caso haja acordo para encerrar a guerra. "No dia em que o conflito acabar, as garantias de segurança serão mobilizadas", afirmou Macron. (04/09)
Foto: Ludovic Marin/AFP
Acidente com bondinho em Lisboa deixa ao menos 15 mortos
Pelo menos 15 pessoas morreram e 18 ficaram feridas nesta quarta-feira após o Elevador da Glória, uma popular atração turística de Lisboa, descarrilar. Imagens mostram que o bondinho tombou em um local onde o trilho faz uma curva e se chocou contra um prédio. Uma investigação sobre as causas do acidente foi iniciada. (03/09)
Acadêmicos acusam Israel de cometer genocídio em Gaza
A Associação Internacional de Acadêmicos de Genocídio – a maior organização profissional de acadêmicos que estudam os extermínios em massa – afirmou que Israel está cometendo genocídio em sua ofensiva na Faixa de Gaza e acusou o país de cometer crimes contra a humanidade e de guerra. Opinião se soma a coro cada vez maior de entidades que usam o termo para descrever as ações de Israel. (01/09)
Foto: Mohammed Ali/Xinhua/picture alliance
Começa julgamento de Bolsonaro e demais acusados por trama golpista
Teve início no STF o julgamento do ex-presidente e de outros sete réus acusados de formar o núcleo central do grupo acusado de tentar um golpe de Estado após as eleições de 2022. Entre os réus estão o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Mauro Cid, os ex-ministros da defesa Braga Netto, da Justiça, Anderson Torres e ex-chefe do GSI, Augusto Heleno. (02/09)