Acordo para pôr fim à guerra na Faixa de Gaza levaria à libertação de ativistas palestinos sob custódia israelense e dos reféns ainda em posse do Hamas.
Israel deverá libertar 250 palestinos que cumprem penas de prisão perpétua, além de 1,7 mil cidadãos de GazaFoto: Jamal Awad/REUTERS
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Um alto funcionário do Hamas afirmou nesta quarta-feira (08/10) que os negociadores do grupo islamista palestino e Israel trocaram listas de prisioneiros e reféns que seriam libertados caso um acordo fosse alcançado durante as negociações no Egito para um cessar-fogo na Faixa de Gaza.
O plano de paz de 20 pontos proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prevê a remoção das forças de Israel em Gaza de uma "linha de retirada inicial" em troca da libertação dos reféns que o Hamas – considerado uma organização terrorista por União Europeia, Estados Unidos, Alemanha e vários outros países – sequestrou há dois anos, durante os ataques terroristas de 7 de outubro de 2023.
Israel espera que as negociações levem à libertação ou à recuperação desses reféns, dos quais acredita-se que apenas 20 estejam vivos.
Após a libertação de todos os reféns, Israel deverá soltar 250 palestinos que cumprem penas de prisão perpétua, além de 1,7 mil moradores de Gaza que estavam detidos desde os ataques de 7 de outubro, incluindo todas as mulheres e crianças.
Além disso, para cada refém israelense cujos restos mortais forem libertados, Israel fará o mesmo com os restos mortais de 15 habitantes do enclave palestino.
As conversas indiretas entre Israel e o Hamas sobre a proposta de Trump estão em andamento no resort egípcio de Sharm el-Sheikh, no Mar Vermelho, desde a segunda-feira.
O terceiro dia de negociações teve início nesta quarta-feira. Segundo fontes familiarizadas com as discussões, essa última rodada está focada nos mecanismos e cronogramas para a implementação do plano. Um dos pontos contenciosos é justamente a definição de quais prisioneiros palestinos serão libertados.
Abaixo, alguns dos mais proeminentes prisioneiros palestinos detidos em Israel. Ainda não está claro se algum deles será libertado.
Abdallah al-Barghouti (Hamas)
Barghouti foi condenado a 67 penas de prisão perpétua em 2004 por um tribunal militar de Israel por seu envolvimento em uma série de ataques suicidas em 2001 e 2002, que mataram dezenas de israelenses. Ele é acusado de preparar os cintos explosivos usados nos ataques, incluindo o que foi detonado em um restaurante em Jerusalém, matando 15 pessoas, segundo informou o Exército israelense. Pai de três filhos, ele nasceu no Kuwait em 1972. Em 1996, mudou-se com a família para morar na vila de Beit Rima, perto de Ramallah, na Cisjordânia.
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Ibrahim Hamed (Hamas)
Hamed, que recebeu 54 penas de prisão perpétua, foi preso em 2006 em Ramallah, acusado por Israel de planejar ataques suicidas que mataram dezenas de israelenses. Antes de ser preso, ele estava na lista de procurados de Israel há oito anos. Hamed era o principal comandante das Brigadas Al-Qassam, o braço militar do Hamas, na Cisjordânia. Ele é formado em ciências políticas pela Universidade Birzeit, perto de Ramallah. Enquanto estava foragido, Israel deteve sua esposa por oito meses.
Hassan Salama (Hamas)
Nascido no campo de refugiados de Khan Younis, em Gaza, em 1971, Salama foi condenado por orquestrar uma onda de atentados suicidas em Israel em 1996, que matou dezenas de israelenses e deixou centenas de feridos. Ele foi condenado a 48 penas de prisão perpétua. Salama disse que os ataques foram uma resposta ao assassinato do fabricante de bombas do Hamas, Yahya Ayyash, em 1996. Ele foi preso em Hebron, na Cisjordânia, no final daquele ano.
Marwan al-Barghouti (Fatah)
Um dos líderes do movimento palestino Fatah, que controla a Autoridade Palestina (AP), Barghouti é visto como um possível sucessor do presidente palestino Mahmoud Abbas. Ele se destacou como líder e organizador de ambas as intifadas, revoltas violentas dos palestinos contra Israel na Cisjordânia ocupada e na Faixa de Gaza desde 1987.
Cenas da primeira intifada (1987–1993): palestinos atiram pedras contra policiais israelenses em JerusalémFoto: picture-alliance/AFP/M. Kahana
Barghouti foi preso em 2002, acusado de orquestrar emboscadas com armas de fogo e atentados suicidas, e condenado a cinco penas de prisão perpétua em 2004. Autoridades do Fatah disseram que ele criou as Brigadas dos Mártires de al-Aqsa, o braço armado do Fatah, sob as ordens do primeiro presidente da AP, Yasser Arafat.
Ahmed Sadaat (FPLP)
Saadat, líder da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), foi acusado por Israel de ordenar o assassinato do ministro israelense do Turismo, Rehavam Zeevi, em 2001.
Perseguido por Israel, ele se refugiou no quartel-general de Arafat em Ramallah. Sob um acordo com a Autoridade Palestina em 2002, Saadat foi julgado em um tribunal palestino e encarcerado em uma prisão da Autoridade Palestina, onde permaneceu sob supervisão internacional até ser capturado por militares israelenses em 2006 e julgado novamente por crimes como envolvimento com um grupo militante, tráfico de armas e ataques mortais. O ministério israelense da Justiça, contudo, decidiu que não havia provas suficientes para acusá-lo do assassinato de Zeevi. Ele foi condenado a 30 anos de prisão em 2008.
Pontos de atrito permanecem
De acordo com um porta-voz do Hamas que acompanha as negociações de paz no Egito, as partes estão otimistas e os mediadores fazem "enormes esforços para remover todos os obstáculos à implementação de um cessar-fogo".
Ele, no entanto, ressaltou que questões importantes continuam sem solução, incluindo os detalhes da retirada parcial das tropas israelenses e a lista de prisioneiros a serem libertados, que ainda é um grande ponto de atrito.
Negociações entre Israel e Hamas ocorrem no resort egípcio de Sharm el-Sheikh, no Mar VermelhoFoto: AP Photo/picture alliance
O presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, afirmou que o enviado especial de Trump para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e o genro do presidente, Jared Kushner, estavam em Sharm El-Sheikh e que as notícias que recebeu desde a chegada deles foram "muito encorajadoras".
Al-Sisi disse que os enviados americanos vieram "com uma forte vontade, uma mensagem forte e um forte mandato do presidente Trump para encerrar a guerra nesta rodada de negociações". Ele também convidou o próprio Trump a viajar ao Egito para uma cerimônia de assinatura, caso um acordo seja alcançado.
As negociações ocorreram sob a sombra do segundo aniversário do ataque do Hamas ao território de Israel, em 7 de outubro de 2023, quando cerca de 1,2 mil pessoas foram mortas e outras 251, sequestradas.
Moradores do Complexo da Penha protestam contra violência policial
Moradores do Rio de Janeiro protestaram contra a megaoperação que deixou 121 mortos, na última terça-feira. Na Vila Cruzeiro, uma das comunidades do Complexo da Penha, centenas de pessoas se reuniram em um campo de futebol. Um grupo de motociclistas vestido de branco também rodou pelas vias da região. (31/10)
Foto: Pablo Porciuncula/AFP/Getty Images
Palácio de Buckingham retira título de príncipe Andrew
O Palácio de Buckingham iniciou o processo formal para retirar os títulos restantes do príncipe Andrew e expulsá-lo da residência real, o Royal Lodge. Irmão mais novo do rei Charles III, ele se envolveu em escândalos sexuais ao manter laços com Jeffrey Epstein, acusado de manter uma rede de exploração de menores e morto em 2019. Andrew também renunciou ao seu título de Duque de York. (30/10)
Foto: Toby Melville/REUTERS
Furacão Melissa deixa rastro de destruição no Caribe
A passagem do furacão Melissa causou a morte dezenas de pessoas no Haiti e deixou um rastro de destruição em Cuba, após causar danos generalizados e cortes no fornecimento de energia na Jamaica no dia anterior. Ao longo do dia, o furacão acabou sendo rebaixado para a categoria 2 de um total de 5 na escala Saffir-Simpson. (29/10)
Rio é palco da ação policial mais letal da sua história
Uma megaoperação das polícias Civil e Militar contra a organização criminosa Comando Vermelho (CV) nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, resultou em mais de uma centena de mortes. Foi a operação mais letal da história do estado. A ONU condenou a onda de violência. (28/10)
Foto: Aline Massuca/REUTERS
Aos 92 anos, presidente de Camarões é reeleito pela 8ª vez
No poder há mais de quatro décadas, o presidente de Camarões, Paul Biya, de 92 anos, foi declarado vencedor das eleições presidenciais de 12 de outubro. Chefe de Estado mais velho do mundo, Biya poderá agora ocupar o cargo por mais sete anos – até os 99 anos. Esse será seu oitavo mandato na Presidência do país africano. (27/10)
Foto: Zohra Bensemra/REUTERS
Lula e Trump se reúnem para discutir tarifaço
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu homólogo americano, Donald Trump, reuniram-se pela primeira vez desde o início do mandato do republicano para discutir as tarifas de 50% impostas pela Casa Branca contra o Brasil, além das sanções que afetam autoridades brasileiras. Lula classificou o encontro como "positivo", embora não tenha resultado em um acordo para suspensão das medidas. (26/10)
Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República
Ataques russos deixam três mortos na Ucrânia
Pelo menos três pessoas morreram e 17 ficaram feridas em bombardeios russos na Ucrânia. De acordo com o governo ucraniano, um socorrista morreu após um ataque com mísseis na cidade de Petropavlivska, na região de Dnipropetrovsk. Na mesma região, uma mulher também morreu e sete pessoas ficaram feridas. A Rússia também atacou a capital, Kiev, onde uma pessoa morreu e dez ficaram feridas. (25/10)
Foto: Yan Dobronosov/REUTERS
Trump envia maior porta-aviões do mundo à América Latina para pressionar Maduro
Em uma escalada sem precedentes das tensões militares entre Estados Unidos e Venezuela desde que o governo de Donald Trump deflagrou sua guerra ao narcotráfico, o maior navio de guerra do mundo – o porta-aviões USS Gerald R. Ford – agora navega em direção ao Mar do Caribe. Ele se soma a oito navios de guerra, um submarino nuclear e caças F-35 já na região. (24/10)
Lula confirma que irá disputar quarto mandato em 2026
De passagem pela Indonésia, onde se reuniu com o seu homônimo Prabowo Subianto (foto), Lula confirmou que deve se candidatar à reeleição e disputar um quarto mandato presidencial no pleito de 2026. Prestes a completar 80 anos, ele disse ter "a mesma energia de quando tinha 30 anos de idade". (23/10)
Foto: Willy Kurniawan/REUTERS
CIJ insta Israel a abrir passagem para ajuda humanitária em Gaza
A Corte Internacional de Justiça (CIJ), em Haia, na Holanda, decidiu que Israel deve abrir passagem de ajuda humanitária em Gaza, enfatizando que é preciso fornecer aos palestinos "necessidades básicas" essenciais à sobrevivência. O chamado "parecer consultivo" da CIJ não é juridicamente vinculativo, mas o tribunal acredita que tem "grande peso jurídico e autoridade moral" para a decisão. (22/10)
Foto: Koen van Weel/ANP/AFP/Getty Images
Milhares protestam em Berlim contra fala de Merz sobre imigração
Milhares protestaram em frente à sede da CDU, partido do chanceler alemão Friedrich Merz, em Berlim, após ele associar imigrantes a um "problema da paisagem urbana". Mais tarde, ele rejeitou críticas de que sua fala teria teor racista. "Perguntem às suas filhas, vocês terão uma resposta clara", afirmou. Como forma de reação, o protesto foi convocado sob o nome "Nós Somos as Filhas". (21/10)
Foto: Lilli Förter/dpa/picture alliance
Ibama autoriza Petrobras a explorar a Foz do Amazonas
A Petrobras obteve licença para prospectar petróleo em um poço localizado na bacia da Foz do Rio Amazonas. De acordo com a empresa, a sonda exploratória já se encontra na região e a perfuração está prevista para começar "imediatamente". Para críticos, a exploração trará impactos diretos ao meio ambiente. Ibama afirma que exigências ambientais foram atendidas. (20/10)
Foto: Panthermedia/IMAGO
Ladrões roubam joias "inestimáveis" do Louvre à luz do dia
Em ação espetacular que durou menos de dez minutos, criminosos invadiram museu parisiense usando um elevador de carga para acessar a Galerie d'Apollon, um salão abobadado na ala Denon que exibe parte das joias da Coroa da França. Grupo levou nove peças e fugiu de motocicleta. Um dos itens, uma coroa cravejada de diamantes e esmeraldas, foi recuperada na rua. (19/10)
Foto: Dimitar Dilkoff/AFP/picture alliance
Milhares saem às ruas nos EUA em protesto contra Trump
Com mais de 2,6 mil atos convocados em todos os 50 estados do país, cerca de 200 organizações chamaram americanos para protestar contra o que veem como uma escalada autoritária do presidente Donald Trump, sob o mote "No Kings" ("Sem reis"). Foi a terceira mobilização em massa desde o início do governo dele, desta vez em meio a uma paralisação do governo por falta de orçamento. (18/10)
Foto: Seth Harrison/Imagn Images/IMAGO
Trump e Zelenski se encontram na Casa Branca sob impasse sobre mísseis
O presidente dos EUA, Donald Trump, sugeriu que seria prematuro fornecer a Kiev os mísseis americanos Tomahawk, frustrando a principal demanda levada pelo líder ucraniano, Volodimir Zelenski, a um encontro na Casa Branca. Segundo o americano, a guerra na Ucrânia poderia ser encerrada sem o emprego do armamento de longo alcance contra alvos no interior da Rússia. (17/10)
Foto: Win McNamee/Getty Images
Tumulto em velório do líder da oposição queniana deixa dois mortos
Duas pessoas morreram em Nairóbi depois que a polícia abriu fogo contra apoiadores que acompanhavam o velório do líder da oposição queniana, Raila Odinga, morto na quarta-feira. Agentes também lançaram gás lacrimogêneo para dispersar a multidão que acompanhava a cerimônia. Centenas ainda tentaram invadir o parlamento, onde o governo havia inicialmente programado uma visitação pública. (16/10)
Foto: Andrew Kasuku/AP Photo/picture alliance
Trump concede medalha póstuma a Charlie Kirk
O presidente dos EUA, Donald Trump, concedeu postumamente ao ativista de direita Charlie Kirk a Medalha Presidencial da Liberdade, a maior honraria civil do país. Kirk foi morto a tiro em 10 de setembro passado durante um evento universitário no estado de Utah. A medalha foi entregue à viúva de Kirk, Erika, durante cerimônia nos jardins da Casa Branca. (15/10)
Foto: Kevin Dietsch/Getty Images
Hamas devolve mais 4 corpos a Israel, que limita ajuda a Gaza
Na Faixa de Gaza, a fome aflige mais de meio milhão de palestinos, mas caminhões com mantimentos ainda não foram autorizados a entrar no território na quantidade máxima prevista. O Hamas entregou mais quatro corpos de reféns mortos após Israel anunciar que limitará o fluxo de ajuda humanitária, afirmando que o plano de paz não está sendo respeitado pela organização islamista. (14/10)
Foto: Eyad Baba/AFP/Getty Images
Trump e líderes árabes assinam acordo de paz para Gaza
Estados Unidos, Egito, Catar e Turquia assinaram uma declaração como garantidores do acordo de paz em Gaza, dias após o início da trégua entre Israel e o grupo terrorista palestino Hamas. "Juntos, conseguimos o que todos diziam ser impossível. Finalmente, temos paz no Oriente Médio", disse Donald Trump em um discurso dirigido aos líderes internacionais reunidos no encontro, no Egito. (13/10)
Foto: Michael Kappeler/dpa/picture alliance
Ajuda chega a Gaza após garantia de liberação de reféns
Grupos de ajuda humanitária intensificaram os esforços de socorro a Gaza, devastada por dois anos de guerra. Os envios foram autorizados após o Hamas confirmar que seguirá o cronograma de libertação de reféns. Diante do quadro de fome generalizada causado pelo bloqueio imposto por Israel, entidades se preparam para enviar cerca de 600 caminhões com alimentos e suprimentos médicos por dia. (12/10)
Foto: Stringer/REUTERS
Protestos pró-palestinos se espalham pela Europa
Manifestantes pró-palestinos marcharam por várias cidades da Europa no segundo dia de cessar-fogo entre Israel e Hamas em Gaza. Milhares de pessoas ocuparam as ruas de Londres, Berlim e Viena. Em Berna, na Suíça, houve confrontos com a polícia. Em Tel Aviv, israelenses comemoraram o acordo de paz com gritos pró-EUA. (11/10)
Foto: Jaimi Joy/REUTERS
Palestinos iniciam retorno ao norte de Gaza após cessar-fogo
Dezenas de milhares de palestinos caminham rumo ao norte de Gaza para retornar às suas casas, após o exército israelense recuar de suas posições como parte do acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas, que entrou em vigor ao meio-dia (horário local). Um intenso bombardeio ainda foi registrado no território durante a manhã. A expectativa é que os reféns sejam libertados até segunda-feira. (10/10)
Foto: Eyad Baba/AFP
Milhares se reúnem para comemorar cessar-fogo em Gaza
Milhares de pessoas tomaram as ruas de Tel Aviv para comemorar o acordo que propõe colocar fim à guerra entre Israel e o grupo radical palestino Hamas. O gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ratificou o texto e deve recuar suas tropas. A expectativa é que 20 reféns israelenses sejam devolvidos até segunda-feira. (09/10)
Foto: Ilia Yefimovich/dpa/picture alliance
Israel e Hamas firmam 1ª fase do acordo de paz em Gaza
Representantes de Israel e do grupo islamista Hamas concordaram com a primeira fase do plano de paz proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que prevê um cessar-fogo no conflito na Faixa de Gaza. A resolução prevê a libertação de reféns israelenses e prisioneiros palestinos (08/10).
Foto: Hassan Jedi/Anadolu Agency/IMAGO
Guerra entre Israel e Hamas completa dois anos
Em 7 de outubro de 2023, combatentes do Hamas realizaram um ataque-relâmpago contra Israel, matando quase 1,2 mil pessoas e sequestrando outras 251. Reação israelense deu início à guerra na Faixa de Gaza, onde, depois de dois anos, mais de 66 mil palestinos morreram em meio ao conflito, segundo Ministério da Saúde local administrado pelo Hamas. (07/10)
Foto: Chris McGrath/Getty Images
Premiê da França renuncia após menos de um mês no cargo
O primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu apresentou sua renúncia ao presidente Emmanuel Macron, que a aceitou, após a oposição ameaçar derrubar o novo governo. A renúncia inesperada e sem precedentes aprofunda ainda mais a crise política na França, causada pela falta de uma maioria para Macron na Assembleia Nacional. (06/10)
Foto: Eliot Blondet-Pool/SIPA/picture alliance
Síria realiza a primeira eleição pós-ditadura
Após mais de 50 anos de ditadura e uma década de guerra civil, a Síria realizou suas primeiras eleições parlamentares. Mas o processo de votação está longe de ser simples – e está repleto de controvérsias e polêmicas. Nem todos os sírios foram às urnas. Também não houve partidos políticos. Os votos foram emitidos por vários comitês, razão pela qual a eleição é descrita como "indireta". (05/10)
Foto: Mahmoud Hassano/REUTERS
Japão prestes a eleger a primeira mulher para comandar o país
O Partido Liberal Democrático (PLD), que governa atualmente o Japão, escolheu a conservadora linha-dura Sanae Takaichi como líder da legenda, abrindo caminho para ela se tornar a primeira mulher a assumir o cargo de primeira-ministra do país. (04/10)
Foto: Kim Kyung-Hoon/POOL/AFP/Getty Images
Nos 35 anos da reunificação, Merz pede união frente a autocracias
No dia em que a reunificação da Alemanha completa 35 anos, o chanceler federal Friedrich Merz fez um apelo por união em meio a mudanças na ordem econômica mundial e à ascensão de autocracias. "Vamos fazer um esforço conjunto por uma nova união em nosso país", disse em Saarbrücken, falando a uma plateia que incluiu o presidente da França, Emmanuel Macron. (03/10)
Foto: Jean-Christophe Verhaegen/AFP
Ataque perto de sinagoga deixa 2 mortos no Reino Unido
Duas pessoas morreram e três ficaram feridas após um agressor dirigir contra um grupo de pedestres e esfaquear um segurança próximo a uma sinagoga em Manchester, na Inglaterra. O incidente ocorreu no Yom Kippur, o dia mais sagrado do calendário judaico. O primeiro-ministro britânico Keir Starmer ordenou que a segurança de sinagogas em todo o Reino Unido seja reforçada. (02/09)
Foto: Peter Byrne/PA/AP Photo/picture alliance
Israel intercepta flotilha humanitária rumo a Gaza
A flotilha internacional que transportava ajuda humanitária e cerca de 500 ativistas de vários países rumo à Faixa de Gaza, incluindo a sueca Greta Thunberg e um grupo de brasileiros, foi interceptada por navios militares israelenses. O Ministério do Exterior de Israel disse que "Greta e seus amigos estão seguros e saudáveis" e foram levados para um porto em Israel. (01/10)