Corte reverte precedente que restringia poderes presidenciais de demitir chefes de agências independentes, mas preserva autonomia do Banco Central ao manter diretora do Fed no cargo.
No mesmo dia, Trump comemorou e condenou diferentes decisões da Suprema Corte dos EUAFoto: Hu Yousong/Xinhua/picture alliance
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A Suprema Corte dos Estados Unidos ampliou drasticamente os poderes presidenciais nesta segunda-feira (29/06), ao decidir manter demissões ordenadas pelo presidente Donald Trump de chefes de agências federais independentes.
A Corte, porém, manteve a decisão de impedir a demissão da diretora do Federal Reserve, o Banco Central dos EUA, decretada por Trump em 2025. Os juízes votaram por 5 a 4 para manter Lisa Cook no cargo.
Ainda assim, foi decidido que os presidentes têm carta branca para demitir chefes de agências, anulando uma decisão histórica que remonta a quase um século. Um desses casos foi a demissão da integrante da Comissão Federal de Comércio, Rebecca Slaughter, devido a divergências políticas com Trump.
Acusações contra Lisa Cook
Em agosto passado, Trump tentou destituir Cook, a primeira mulher negra a servir como diretora do Fed, citando alegações não comprovadas de fraude hipotecária, que ela negou. Cook argumentou que as alegações eram um pretexto para removê-la por divergências em relação à política monetária.
Trump atacou abertamente o Federal Reserve enquanto pressionava o maior Banco Central do mundo a cortar as taxas de juros de forma mais rápida e profunda.
Nesta segunda-feira, o presidente da Suprema Corte, John Roberts, e o juiz conservador Brett Kavanaugh estavam entre os que votaram, contra a decisão de Trump.
Trump tentou destituir Cook, a primeira negra a servir como diretora do Fed, por alegações não comprovadas de fraudeFoto: Jeff Kowalsky/ZUMA/dpa/picture alliance
Roberts disse que os governadores do Federal Reserve "não servem por mera liberalidade do presidente – em vez disso, cumprem mandatos escalonados de 14 anos e só podem ser destituídos 'por justa causa'".
A Suprema Corte argumentou que o presidente não pode destituir funcionários do Fed, órgão independente, "por qualquer motivo ou sem motivo algum".
Mais poder para o presidente
Em outra decisão, a Corte apoiou a demissão, por Trump, da integrante da Comissão Federal de Comércio, a democrata Slaughter, expandindo seus poderes presidenciais.
A decisão, por 6 votos a 3, anulou o precedente da Suprema Corte de 1935 que reconhecia a autoridade do Congresso para proteger os líderes de determinadas agências reguladoras da remoção presidencial.
Trump havia demitido Slaughter devido a divergências políticas, mas uma decisão de uma instância inferior bloqueou a demissão, citando a decisão de 1935, conhecida como a decisão do Executor de Humphrey.
Slaughter foi nomeada para o cargo pelo ex-presidente e também democrata Joe Biden. Ela foi uma das duas comissárias democratas da Comissão demitidas por Trump logo após seu retorno à Casa Branca no ano passado. Seu mandato deveria durar até 2029.
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Trump entre o júbilo e a condenação
Trump comemorou a decisão no caso de Slaughter como uma "grande vitória", que, em sua opinião, "confirma o poder presidencial em nosso país de destituir funcionários do Poder Executivo e nomeados de agências, ou representantes, de acordo com o Artigo II" – se referindo a disposição constitucional que define os poderes presidenciais.
"Esta decisão foi buscada por presidentes dos Estados Unidos há muito tempo, desde a década de 1930", escreveu Trump, dizendo se tratar de "uma das mais importantes já proferidas em relação aos poderes presidenciais".
Ele, porém, mudou de tom drasticamente ao abordar a decisão sobre Cook.
"Tomaremos as medidas cabíveis imediatamente para garantir que alguém que tenha cometido irregularidades não tome decisões vitais sobre o bem-estar dos Estados Unidos da América", disse Trump nas redes sociais, chamando o veredito da Suprema Corte de "estritamente processual".
Suprema Corte mantém indenização por agressão sexual
Em uma decisão separada, a Suprema Corte também se recusou a analisar o recurso de Trump contra a condenação de E. Jean Carroll a pagar 5 milhões (aproximadamente R$ 25 milhões) após o júri considerar o presidente americano culpado de abusar sexualmente e difamar a ex-colunista de revista.
Um tribunal inferior havia mantido o veredito do júri em 2023, rejeitando os argumentos de Trump de que o julgamento era injusto.
Em suas memórias de 2019, Carroll alegou que Trump a estuprou por volta de 1996 em um provador da loja de departamentos Bergdorf Goodman, em Manhattan. Trump negou repetidamente a acusação.
Trump expressou decepção com a decisão da Suprema Corte de não analisar o recurso e chamou o processo de Carroll de "um caso falso".
"Continuarei a luta contra este processo de instrumentalização e guerra jurídica contra mim, incluindo a ridícula alegação de difamação, com toda a minha força e poder. Este processo é realmente contra os Estados Unidos da América e tudo o que eles representam, e jamais deveria acontecer com outro presidente ou futuro candidato!", escreveu Trump nas redes sociais.
rc (AFP, AP, Reuters)
Veja alguns dos principais acontecimentos do mês.
Foto: Marco Bello/REUTERS
Merz é zombado após derrota alemã na Copa do Mundo
A seleção alemã de futebol foi eliminada precocemente da Copa do Mundo após uma atuação fraca contra o Paraguai e uma derrota final na disputa de pênaltis. Em mensagem após eliminação precoce na Copa, líder alemão disse que jogadores "inspiraram o país". Tom usado provoca reações negativas de torcedores, que questionaram tato do chanceler e se ele viu a mesma partida. (30/06)
Foto: Kay Nietfeld/dpa/picture alliance
Ataque a tiros deixa 6 mortos em centro social na Alemanha
Seis funcionários de um centro de acolhida para jovens mães na cidade de Stade foram mortos. Suspeito pela chacina foi preso. Segundo a polícia, ele estava envolvido em disputa de guarda com mãe abrigada no local. Um porta-voz da polícia acrescentou que os mortos são cinco mulheres e um homem. Todos trabalhavam no centro. (29/06)
Foto: Marcus Golejewski/dpa/picture alliance
Calor derrete asfalto, travando linhas de bonde na Alemanha
A onda de calor extremo que castiga partes da Europa provocou uma cena surreal na cidade de Leipzig, na Alemanha: o derretimento do revestimento no entorno dos trilhos do bonde, levando à suspensão tamporária desse transporte. As altas temperaturas fizeram com que, em muitos pontos da rede, o material de vedação de asfalto e concreto escorresse para os desvios e trilhos, onde se acumulou. (28/06)
Foto: Heiko Rebsch/dpa/picture alliance
Alemanha tem 2° recorde seguido de temperatura
A Alemanha quebrou seu recorde histórico de calor pelo segundo dia consecutivo, com uma medição preliminar de 41,5 graus Celsius, informou o Serviço Meteorológico Alemão (DWD). O novo recorde foi registrado na cidade de Möckern-Drewitz, no leste do país.
Foto: Axel Schmidt/REUTERS
Alemanha tem temperatura recorde de 41,3 °C
A Alemanha observou nesta sexta-feira a temperatura mais alta já registrada no país: 41,3 °C. O dado preliminar é do Serviço Meteorológico Alemão (DWD) e foi registrado na cidade de Saarbrücken, no oeste do país. Se a leitura for confirmada após verificações de controle de qualidade, ela superará o recorde anterior de 41,2 °C, estabelecido em julho de 2019. (26/06)
Foto: Ebrahim Noroozi/AP Photo/picture alliance
Terremoto deixa rastro de morte e destruição na Venezuela
Dois terremotos de magnitude 7,5 e 7,2 na escala Richter atingiram a Venezuela, deixando um saldo crescente de mortos e feridos que só aumentava com o passar das horas. A presidente interina do país, Delcy Rodríguez, declarou estado de emergência. A tragédia pôs equipes de resgate numa corrida contra o tempo para salvar vítimas sob os escombros dos prédios que desabaram. (25/06)
Foto: Pedro Mattey/AP Photo/picture alliance
França registra primeiro caso de ebola no país
Infectado é um médico que retornou recentemente de uma missão humanitária na República Democrática do Congo (RDC), região onde o vírus está em circulação ativa. Homem está internado em centro hospitalar especializado, e seu estado de saúde é estável. (24/06)
Foto: Marcus Loika/Anadolu Agency/IMAGO
Europa bate temperaturas recorde em onda de calor extremo
Uma onda de calor extremo atingiu grande parte da Europa Ocidental nos primeiros dias de verão. Reino Unido, França, Itália e Espanha emitiram alertas vermelhos, pedindo que a população projeta a própria saúde. As temperaturas bateram recordes em diferentes pontos do continente. Escolas e ferrovias foram fechadas, diante do risco de os termômetros marcarem até 40°C. (23/06)
Foto: Abdul Saboor/REUTERS
Ultradireita vence eleições presidenciais na Colômbia
A apuração preliminar na Colômbia indicou a eleição do ultradireitista Abelardo de la Espriella para presidente. Sem experiência política, o empresário de 47 anos celebrou uma "nova era" após derrotar o senador governista Iván Cepeda, aliado de Gustavo Petro. A vitória deverá afastar o país do Brasil e aproximá-lo dos EUA e da direita regional. (22/06)
Foto: Charlie Cordero/REUTERS
Milhares celebram o solstício de verão em Stonehenge
Uma multidão de mais de 20 mil pessoas se reuniu no milenar sítio arqueológico de Stonehenge, no Reino Unido, para ver o nascer do sol às 4h25 no dia mais longo do ano no Hemisfério Norte, segundo a organização pública English Heritage, que administra monumentos históricos na Inglaterra. (21/06)
Foto: Ben Birchall/PA Images/picture alliance
Irã volta a fechar estreito de Ormuz
As Forças Armadas do Irã anunciaram um novo fechamento do Estreito de Ormuz ao trânsito marítimo em resposta aos ataques israelenses no sul do Líbano e acusaram os Estados Unidos de descumprirem o memorando de entendimento que pôs fim à guerra, segundo a mídia iraniana. (20/06)
Foto: AFP
Calor extremo na Europa às vésperas do verão
A Europa enfrenta sua primeira onda de calor de 2026, com temperaturas máximas em torno de 40°C em capitais como Madri e Paris, e próximas de 35 °C em Berlim, Roma, Lisboa e Londres. Na França e na Alemanha, a onda de calor já levou à suspensão de trens e aulas, (19/02)
Foto: Thibaud Moritz/AFP/Getty Images
Moscou em chamas após onda de ataques ucranianos
A Ucrânia atingiu uma grande refinaria de petróleo em Moscou pela segunda vez em uma semana, lançando enormes nuvens de fumaça negra sobre a capital e interrompendo voos em seus aeroportos, em um dos maiores ataques com drones desde o início da invasão da Ucrânia pela Rússia, há mais de quatro anos, segundo autoridades. (18/06)
Foto: REUTERS
G7 expressa unidade no apoio à Ucrânia
No comunicado de encerramento da cúpula do G7 na França, os líderes do grupo afirmaram que permanecem unidos para apoiar a Ucrânia, incluindo em sua integridade territorial, e concordaram em aumentar as sanções contra a Rússia. A unidade expressada no texto conjunto foi considerada relevante em um momento tenso entre os EUA do presidente Trump e seus aliados ocidentais. (17/06)
Foto: Michael Kappeler/dpa/picture alliance
"Estamos no mesmo time"
O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, aproveitou a reunião do G7 para presentear o presidente dos EUA, Donald Trump, com uma camiseta personalizada da seleção alemã de futebol com o número 47 – o republicano, que completou 80 anos no último domingo, é o 47º presidente americano. "Afinal, estamos no mesmo time", comentou o alemão mais tarde, em uma postagem no X. (16/06)
Foto: Thibault Camus/AP Photo/picture alliance
Filho da princesa da Noruega é condenado a 4 anos de prisão por estupro
Filho mais velho da princesa herdeira da Noruega, Marius Borg Hoiby, de 29 anos, foi considerado culpado em duas das quatro acusações de estupro que pesavam contra ele. Preso desde fevereiro, ele também foi condenado por agressão e abuso em relacionamentos íntimos, e terá de pagar uma indenização às vítimas. (15/06)
Foto: Håkon Mosvold Larsen/NTB/AFP
Protesto contra G7 tem confronto com a polícia em Genebra
Manifestantes entraram em confronto com a polícia, incendiaram um carro da Tesla e danificaram um banco e uma agência da ONU. O protesto se dirigia contra as sete maiores economias do mundo, o G7, que se encontrariam a partir do dia seguinte na vizinha França para a sua cúpula anual. Autoridades suíças e francesas mobilizaram milhares de policiais para garantir a segurança do encontro. (14/06)
Foto: Denis Balibouse/REUTERS
Operação de EUA e Venezuela mata líder de gangue
O chefe da organização criminosa Tren de Aragua, conhecido como Niño Guerrero, foi morto em uma operação militar dos Estados Unidos realizada em coordenação com as autoridades da Venezuela. A ex-vice-presidente Delcy Rodríguez governa o país sul-americano sob pressão da Casa Branca desde janeiro, quando os EUA capturaram Nicolás Maduro, sob acusação de narcotráfico. (13/06)
Foto: Donald Trump via Truth Social/REUTERS
Elon Musk se torna o primeiro trilionário da história
O bilionário Elon Musk se tornou o primeiro trilionário da história com a entrada da sua empresa SpaceX no mercado de ações. Segundo a Oxfam, ele seria mais rico do que os 46% mais pobres da população mundial juntos, ou 3,8 bilhões de pessoas. Foi a maior oferta pública inicial (IPO) já registrada, superando o recorde da petrolífera saudita Aramco. (12/06)
Foto: STAR MAX/IPx/picture alliance
Começa a Copa do Mundo de 2026
A Copa do Mundo da Fifa começou com uma partida entre México e África do Sul na Cidade do México. A seleção mexicana marcou o primeiro gol do campeonato, depois da cerimônia de abertura. Do lado de fora, houve confronto entre policiais e manifestantes, que pediam justiça para desaparecidos. O megaevento esportivo acontece, neste ano, em três países: México, Estados Unidos e Canadá. (11/06)
Foto: Eloisa Sanchez/REUTERS
UE alerta para "extremos climáticos como novo normal"
O mundo registrou o segundo maio mais quente da história, informou o serviço climático da União Europeia (UE), o Copernicus. A onda de calor precoce só não superou as temperaturas de 2024. Neste ano, recordes foram registrados em vários países da Europa Ocidental. Isso demonstra "como extremos climáticos estão rapidamente se tornando o novo normal, em vez da exceção", segundo o Copernicus. (10/06)
Foto: Jerome Gilles/NurPhoto/picture alliance
Deputados da Hungria cortam próprio salário em 40%
Parlamentares na Hungria votaram por unanimidade a favor de um corte nos próprios salários e benefícios, numa iniciativa do novo primeiro-ministro, Péter Magyar, para reduzir custos administrativos. O recém-empossado chefe do governo húngaro acusava o seu antecessor, Viktor Orbán, de conceder salários inflados para apaziguar deputados da oposição. (09/06)
Foto: Denes Erdos/AP Photo/picture alliance
Peru tem disputa acirrada em eleição presidencial
O candidato de esquerda nas eleições presidenciais no Peru, Roberto Sánchez, assumiu a liderança na contagem de votos do segundo turno das eleições peruanas, superando por uma pequena margem a candidata de direita Keiko Fujimori em uma disputa cujo resultado permanece incerto. Com cerca de 450 mil cédulas contestadas que ainda precisam ser revisadas, anúncio do vencedor deve levar dias. (08/06)
Foto: Stifs Paucca/REUTERS
Israel, Hezbollah e Irã trocam ataques, e conflito ameaça sair do controle de novo
O Irã disparou mísseis contra Israel em retaliação ao bombardeio, horas antes, de posições do Hezbollah no Líbano. Regime em Teerã tem condicionado um acordo definitivo de paz na região à inclusão de Beirute. Escalada irritou o presidente americano Donald Trump, que está sob pressão por causa dos impactos econômicos da guerra no Oriente Médio. (07/06)
Foto: Ohad Zwigenberg/AP Photo/picture alliance
UE vai barrar carne brasileira a partir de 3 de setembro
A União Europeia confirmou a exclusão do Brasil da lista de países autorizados a exportar carne de boi e frango, peixe, frutos do mar e mel para o bloco. Argumento é que o país não forneceu garantias suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na pecuária. Argentina, Paraguai e Uruguai, membros do Mercosul, seguem com exportações liberadas. (06/06)
Foto: Silvio Avila/AFP
EUA alertam para pior cenário do surto de ebola
O Centro para Prevenção e Controle de Doenças (CDC) dos EUA exigiu a adoção de medidas rigorosas de saúde pública contra o atual surto de ebola. O órgão alerta que a epidemia caminha para atingir a magnitude da ocorrida na África Ocidental em 2014, que resultou em mais de 28 mil casos e mais de 11 mil mortes. Mais pacientes devem ser diagnosticados, isolados e tratados, afirma a agência. (05/06)
Foto: Xinhua/picture alliance
Fiéis lotam Marcha para Jesus em São Paulo
Uma multidão encheu a Marcha para Jesus, realizada em São Paulo no feriado de Corpus Christi. A programação incluiu shows e orações nos arredores da Estação da Luz. Participaram diversos políticos conservadores, bem como o advogado-geral da União, Jorge Messias. Em tom de campanha, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro afirmou que o Brasil vive uma "guerra espiritual". (04/06)
Foto: Miguel Schincariol/AFP
Greve geral contra reforma trabalhista paralisa Portugal
Pela segunda vez em seis meses, uma greve geral paralisou Portugal, em protesto à reforma trabalhista proposta pelo governo. Estimados 65% dos voos foram cancelados, inclusive ao Brasil. Foram ainda afetados outros transportes, hospitais, escolas e coleta de lixo. Para sindicatos, a reforma desregulamenta jornadas, amplia contratos precários, facilita demissões e ataca direitos. (03/06)
Foto: Armando Franca/AP Photo/picture alliance
Urso ataca quatro pessoas em Fukushima, no Japão
Quatro pessoas ficaram feridas após sofrerem ataques de um urso na cidade de Fukushima, no nordeste do Japão. Todos os feridos foram levados ao hospital e estavam conscientes. Entre as vítimas, apenas uma sofreu ferimentos mais graves. (02/06)
Sírio que esfaqueou 4 pessoas na Alemanha pega prisão perpétua
Um sírio de 36 anos foi condenado à prisão perpétua por quatro tentativas de homicídio na Alemanha com motivação terrorista. De acordo com decisão da Justiça alemã, o homem, identificado como Mahmoud M., foi considerado culpado de "tentativa de homicídio" em quatro casos, na qualidade de "membro de uma organização terrorista estrangeira" – no caso, o grupo Estado Islâmico (EI). (01/06)