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Trabalho

5 de agosto de 2005

Num país com mais de cinco milhões de desempregados, o mercado de trabalho é um dos carros-chefe das plataformas políticas dos partidos.

Foto: dpa Zentralbild

Os social-democratas, no momento no poder, não conseguiram contornar o problema. É bastante provável que uma troca de governo também não contribua muito para mudar o quadro de alto desemprego no país. Alguns assuntos, como a introdução de um salário mínimo, são ponto de discórdia entre os partidos.

Enquanto o Partido Social Democrata (SPD) é adepto da fixação de um salário mínimo unificado em todo o país, os Verdes acreditam que este deveria ser estipulado "de acordo com a região e com o setor da sociedade" e o Partido de Esquerda aspira a um salário mínimo de 1400 euros mensais para todo trabalhador.

Quanto ao direito de demissão sem justa causa, as posições são também variadas: o SPD, os Verdes e o Partido de Esquerda se posicionam contra, ao passo que o Partido Liberal defende que a impossibilidade de ser demitido de uma empresa sem justa causa deveria valer apenas para empregados com mais de quatro anos de casa em empresas com mais de 50 funcionários.

Tanto democrata-cristãos quanto Verdes defendem uma redução dos encargos salariais: a CDU quer uma redução da contribuição ao seguro-desemprego dos atuais 6,5% para 4,5%, já a partir de janeiro do próximo ano. Já o Partido Verde prevê a redução dos encargos apenas para pessoas de baixa renda.

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