Trump retira parte do tarifaço e impõe taxa global de 10%
21 de fevereiro de 2026
Presidente dos EUA assina ordem com nova taxa e, obedendo determinação da Suprema Corte, formaliza encerramento de parte do tarifaço.
Suprema Corte impôs a Trump uma derrota significativa em uma questão crucial para sua agenda econômicaFoto: Evan Vucci/AP Photo/dpa/picture alliance
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O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na noite desta sexta-feira (20/02) que assinou uma ordem impondo uma taxa de importação de 10% para todos os países após a Suprema Corte decidir que é ilegal o tarifaço promovido pelo governo. A Casa Branca também publicou uma ordem executiva encerrando parte do tarifaço, seguindo a decisão do Judiciário.
“É uma grande honra ter acabado de assinar, do Salão Oval, uma Tarifa Global de 10% para todos os países, que entrará em vigor quase imediatamente. Obrigado pela atenção a este assunto! PRESIDENTE DONALD J. TRUMP”, escreveu o republicano na rede sua Truth Social.
De acordo com a Casa Branca, a ordem assinada por Trump impõe a tarifa de 10% por um período de 150 dias. Ela começa a vigorar na próxima terça-feira (24/02), às 2h01 (no horário de Brasília).
Exceções
O governo americano também afirmou que "alguns produtos" seriam isentos "devido às necessidades da economia dos EUA ou para garantir que a tarifa aborde de forma mais eficaz os problemas fundamentais de pagamentos internacionais que os Estados Unidos enfrentam".
A lista inclui itens como "certos minerais críticos", alguns produtos agrícolas, incluindo carne bovina e laranjas, e "veículos de passageiros, certos caminhões leves, certos veículos médios e pesados". Também ficam de fora produtos que já estão com sobretaxa e que não foram impactados pela decisão da Suprema Corte que considerou o tarifaço ilegal.
Mais cedo nesta sexta-feira, Trump já havia anunciado a medida, dizendo que a nova tarifa de 10% seria "adicional às nossas tarifas normais já cobradas", poucas horas depois de a Suprema Corte dos EUA ter derrubado as amplas tarifas específicas para cada país que ele havia anunciado em abril passado, com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) de 1977.
Na decisão, por seis votos a três, divulgada na sexta-feira, a Suprema Corte, de maioria conservadora, decidiu que, embora a lei de emergência permita que um presidente regule o comércio exterior durante uma emergência nacional, ela não autoriza a imposição de tarifas.
A Suprema Corte considerou que Trump excedeu sua autoridade e infligindo-lhe uma derrota significativa em uma questão crucial para sua agenda econômica.
A decisão atingiu as tarifas impostas sob a IEEPA, uma lei de poderes de emergência, incluindo as amplas tarifas "recíprocas" que ele impôs a quase todo o mundo em abril do ano passado. Já as tarifas adicionais, como para o aço e alumínio, continuam válidas.
De acordo com o portal de notícias G1, especialista em comércio exterior Jackson Campos afirma que, após a decisão do tribunal e o novo anúncio de Trump, a maior parte dos produtos brasileiros passa a ser tarifada em 10% ao entrar nos EUA. "Para a maioria dos produtos, permanece a tarifa normal do item [ou seja, as taxas já em vigor antes do tarifaço], acrescida do novo adicional temporário global de 10%”, disse, conforme o G1, lembrando que aço e alumínio continuam com alíquotas de 50%, que se somam aos 10% recém-anunciados.
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Decisão judicial não impede novas tarifas
A decisão desta sexta não impede Trump de impor novas tarifas sob outras leis. Altos funcionários do governo disseram que esperam manter a estrutura tarifária em vigor sob outros regulamentos.
Essa foi a primeira grande peça da ampla agenda de Trump a chegar diretamente ao mais alto tribunal do país, que ele ajudou a moldar com as nomeações de três juristas conservadores em seu primeiro mandato.
O presidente republicano vinha se manifestando veementemente sobre o caso, chamando-o de um dos mais importantes da história dos EUA e dizendo que uma decisão contra ele seria um duro golpe econômico para o país. Mas a oposição legal às tarifas se estendeu até mesmo a grupos libertários e pró-empresariais que normalmente se alinham ao Partido Republicano.
Medidas impopulares
As pesquisas mostram que as tarifas não são amplamente populares entre o público, em meio à crescente preocupação dos eleitores com a acessibilidade financeira.
A decisão da Suprema Corte ocorre apesar de uma série de vitórias de curto prazo na pauta de emergência do tribunal, que permitiram a Trump prosseguir com demonstrações extraordinárias de poder executivo em questões que vão desde demissões de alto escalão até grandes cortes no financiamento federal.
"Tarifas recíprocas"
A Constituição dá ao Congresso o poder de impor tarifas. Mas o governo Trump argumentou que uma lei de 1977, que permite ao presidente regular as importações durante emergências, também lhe permite estabelecer tarifas.
Outros presidentes usaram a lei dezenas de vezes, frequentemente para impor sanções, mas Trump foi o primeiro presidente a invocá-la para impostos de importação.
Trump estabeleceu o que chamou de tarifas "recíprocas" para a maioria dos países em abril de 2025 para lidar com os déficits comerciais que ele declarou uma "emergência nacional". Essas tarifas foram impostas depois que ele impôs tarifas a Canadá, China e México, alegando que esses países faziam pouco para combater o tráfico de drogas que chegam aos EUA.
Em setembro passado, a Suprema Corte decidiu analisar a legalidade das tarifas impostas por Trump, depois que o governo recorreu da decisão de um tribunal de apelações, que havia concluído que a maior parte das tarifas não tem respaldo legal.
Ações estaduais e de empresas
O tribunal de apelações decidiu contra o governo após ações judiciais movidas por uma dúzia de estados predominantemente democratas e também por pequenas empresas que vendem de tudo, desde materiais de encanamento a brinquedos educativos e roupas de ciclismo femininas.
Os autores da ação argumentaram que a lei de poderes de emergência sequer menciona tarifas e que o uso que Trump fez dela não atende a vários critérios legais, incluindo um que condenou o programa de perdão de empréstimos estudantis de 500 bilhões de dólares do ex-presidente Joe Biden.
O impacto econômico das tarifas de Trump foi estimado em cerca de 3 trilhões de dólares na próxima década, de acordo com o Escritório de Orçamento do Congresso.
O Tesouro arrecadou mais de 133 bilhões dólares em impostos de importação que o presidente impôs sob a lei de poderes de emergência, mostram dados federais de dezembro. Muitas empresas, incluindo a rede de grandes lojas de atacado Costco, já entraram na Justiça exigindo reembolsos.
md/ra (AP, AFP, DPA)
O mês de fevereiro em imagens
Veja alguns dos principais acontecimentos do mês.
Foto: Chris Pizzello/Invision/AP Photo/picture alliance
Ofensiva dos EUA e Israel mata Ali Khamenei, líder supremo do Irã
Forças miliForças militares dos Estados Unidos e de Israel lançaram uma ampla campanha aérea contra o Irã. Após o início da ofensiva, os dois países afirmaram que o líder do regime teocrático do Irã, Ali Khamenei, tinha sido morto. Horas depois, a mídia do regime confirmou a informação. A ação marcou o fim da linha para Khamenei, que estava no poder desde 1989. (28/02)
Foto: Office of the Supreme Leader of Iran/Handout/Getty Images
Acidente com bonde em Milão deixa dois mortos
Um bonde descarrilou e atingiu um prédio em Milão, matando duas pessoas e ferindo ao menos 38. Uma das vítimas foi atingida pelo veículo no momento do descarrilamento. A outra era passageira, disse o prefeito da cidade. O acidente ocorreu poucos dias depois de Milão encerrar a realização dos Jogos Olímpicos de Inverno. A cidade se prepara agora para sediar as Paralimpíadas. (27/02)
Foto: Enriquez/Fotogramma/ROPI/picture alliance
Dinamarca convoca eleições em meio à tensão com EUA
A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, anunciou que o país escandinavo realizará eleições parlamentares meses antes do prazo máximo para convocação do pleito. O anúncio ocorre em um momento em que os dinamarqueses estão sob tensão em meio à pressão do presidente Donald Trump, para que o país ceda o território da Groenlândia aos Estados Unidos. (26/02)
Foto: Mads Claus Rasmussen/Reuters
STF condena mandantes da morte de Marielle a 76 anos de prisão
Irmãos Chiquinho e Domingos Brazão foram condenados por unanimidade pela Primeira Turma do Supremo por planejar e ordenar o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. "Quantas 'Marielles' o Brasil permitirá que sejam assassinadas até que se ressuscite a ideia de justiça nesta pátria de tantas indignidades", afirmou a ministra Cármen Lucia em seu voto. (25/02)
Foto: Mario Vasconcellos/Rio de Janeiro Municipal Chamber/AFP
Chuvas deixam mortos, desaparecidos e desabrigados em Minas Gerais
Fortes chuvas atingiram Juiz de Fora e Ubá, em Minas Gerais. No primeiro dia de resgates, a contagem era de ao menos 28 mortos e 440 desabrigados. Bombeiros procuravam outros mais de 40 desaparecidos, e as prefeituras dos dois municípios decretaram estado de calamidade pública. Houve ao menos 20 soterramentos de imóveis em Juiz de Fora, e o Rio Paraibuna transbordou. (24/02)
Foto: Pablo Porciuncula/AFP
Onda de violência no México após morte de chefe de cartel
O México viveu uma onda de violência após a morte de Nemesio Oseguera Cervantes, ou El Mencho, um dos narcotraficantes mais procurados pelos EUA. Pelo menos 73 morreram nos primeiros dois dias. Cartéis reagiram bloqueando vias e incendiando veículos em 20 estados do país. Escolas e o comércio fecharam, e a população foi instruída a ficar em casa. (23/02)
Foto: REUTERS
Jogos Olímpicos de Inverno chegam ao fim na Itália
A Itália se despediu dos Jogos Olímpicos de Inverno com uma cerimônia ao ar livre na antiga Arena de Verona. O encerramento contou com uma performance do bailarino Roberto Bolle e um tributo à ópera. O bastão agora passa aos Alpes Franceses, sede da edição de 2030. A participação brasileira terminou com Lucas Braathen conquistando o primeiro ouro do país na história dos Jogos de Inverno. (22/02)
Foto: Claudia Greco/REUTERS
Brasil e Índia fecham acordo sobre terras raras
Durante uma visita de Estado à Índia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou com o primeiro-ministro Narendra Modi um memorando de cooperação sobre elementos de terras raras e minerais críticos, o primeiro acordo desse tipo firmado pelo Brasil. O objetivo é assegurar o fornecimento de matérias-primas estratégicas, como lítio e nióbio. (21/02)
Foto: Adnan Abidi/REUTERS
Trump anuncia taxa global de 10% após Supremo vetar tarifaço
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que irá impor uma tarifa global de 10% "além" das sobretaxas aduaneiras já existentes, após a Suprema Corte invalidar a maior parte das tarifas de importação criadas pelo seu governo em 2025. "A decisão da Suprema Corte sobre as tarifas é profundamente decepcionante, e tenho vergonha de certos membros da corte", disse o republicano. (20/02)
Foto: Kevin Lamarque/REUTERS
Ex-príncipe Andrew é detido pela polícia britânica
O ex-príncipe britânico Andrew Mountbatten Windsor, irmão do rei Charles 3°, foi preso por algumas horas pela polícia em meio a uma investigação por suspeita de má conduta em cargo público. O ex-duque de York é acusado de compartilhar informações confidenciais com o magnata e criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein enquanto atuava como enviado comercial do Reino Unido. (19/02)
Foto: Phil Noble/REUTERS
Unidos do Viradouro é a campeã do Carnaval do Rio
Escola vence seu quarto título do Grupo Especial com o enredo Para cima, Ciça!, que celebra os 70 anos de Moacyr da Silva Pinto, o mais longevo mestre de bateria de uma escola de samba em atividade. O mestre homenageado participou da comissão de frente e do último carro alegórico, regendo os ritmistas. A Acadêmicos de Niterói, que homenageou Lula, foi rebaixada para a Série de Ouro. (18/02)
Foto: Mauro Pimentel/AFP
Congresso peruano destitui presidente interino, José Jerí
O Congresso peruano censurou e destituiu Jerí a dois meses das eleições gerais do país por "falta de idoneidade para exercer o cargo". Investigado por trafico de influência, ele ocupava o cargo há apenas quatro meses. Com isso, o Peru passará por sua oitava troca presidencial em quase uma década de crise política. Cinco desses presidentes foram afastados pelo Legislativo. (17/02)
Foto: John Reyes/Anadolu/picture alliance
Críticas à homenagem a Lula marcam 1º dia de desfiles na Sapucaí
A homenagem a Lula no Carnaval do Rio em ano eleitoral foi contestada por seus adversários, que enxergam propaganda eleitoral antecipada. A meses de concorrer ao quarto mandato, o petista foi tema da escola de samba do Grupo Especial Acadêmicos de Niterói, que desfilou na noite de domingo para a madrugada de segunda. O samba-enredo contou a vida do presidente e a sua ascensão política. (16/02)
Foto: Bruna Prado/AP Photo/picture alliance
Nova política fundiária aprovada por Israel deve facilitar ocupação ilegal da Cisjordânia
Plano polêmico deve tornar mais fácil a compra de terras por colonos israelenses. Propriedade de terras passará a ter que ser comprovada – apesar de títulos fundiários não serem comuns em boa parte do território palestino. Medida foi celebrada pela ultradireita e criticada por países árabes e europeus. Ocupação da Cisjordânia é considerada ilegal perante o direito internacional. (15/02)
Foto: Jaafar Ashtiyeh/AFP
Com ouro, Lucas Pinheiro Braathen conquista a 1ª medalha do Brasil nas Olimpíadas de Inverno
Norueguês naturalizado brasileiro, atleta de 25 anos ficou em primeiro lugar na prova do slalom gigante, uma disciplina do esqui alpino. Ele foi também o primeiro sul-americano a subir ao pódio nos Jogos de Inverno. Braathen é filho de mãe brasileira e pai norueguês e compete pelo Brasil desde 2023. Ele ficou 0,58 segundo à frente do suíço Marco Odermatt. (14/02)
Foto: Fabrice Coffrini/AFP/Getty Images
Merz cita ordem mundial "sob destruição" e acena ao Brasil
Ao discursar na abertura da 62ª Conferência de Segurança de Munique, o chanceler federal da Alemanha, Friedrich Merz (à dir.), afirmou que a ordem mundial baseada em regras está em processo de "destruição". Ele citou ainda a importância de parcerias com países como o Brasil em um contexto em que Estados Unidos, Rússia e China disputam a hegemonia global. (13/02)
Berlinale dá pontapé inicial para a edição de 2026
O diretor Wim Wenders, presidente do júri do Festival Internacional de Cinema de Berlim de 2026, participou da coletiva de imprensa de abertura do evento. Este ano, 22 filmes competem pelos principais prêmios, os Ursos de Ouro e Prata. Entre os títulos mais comentados está "Rosebush Pruning" ("Poda de roseiras", em tradução livre), dirigido pelo brasileiro Karim Aïnouz. (12/02)
Foto: John Macdougall/AFP
Ciclone Gezani deixa rastro de destruição em Madagascar
A cidade de Tomasina, na ilha africana de Madagascar, foi arrasada pela passagem do ciclone Gezani. De acordo com as autoridades, ventos de até 250 km/h deixaram mais de 30 mortos e dezenas de feridos na cidade portuária de 400 mil habitantes. (11/02)
Foto: Zo Andrianjafy/REUTERS
Países ocidentais têm piora no Índice de Corrupção de 2025
Até as democracias mais consolidadas do mundo estão cada vez mais mergulhadas na corrupção, revelou o Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2025, da ONG Transparência Internacional. O estudo destaca uma preocupante erosão das lideranças contra a corrupção no Ocidente. O Brasil manteve a posição registrada em 2024, a 107ª de 182 nações – a sua pior colocação do ranking. (10/02)
Foto: Ute Grabowsky/photothek/picture alliance
Bad Bunny celebra diversidade da América em apresentação política no Super Bowl
Repercutiu no mundo o show do cantor Bad Bunny no intervalo do Super Bowl, nos Estados Unidos. Num momento em que a comunidade latina se vê ameaçada pela cruzada anti-imigração de Donald Trump, o artista crítico do presidente fez uma festa latina, enviando um recado político e uma mensagem de união. O republicano não gostou, chamando a apresentação de "afronta à grandeza da América". (09/02)
Foto: Mark J. Terrill/AP Photo/picture alliance
Premiê japonesa festeja vitória esmagadora
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, despontou como grande vencedora nas eleições gerais antecipadas para a câmara baixa do Parlamento. Projeções indicaram que ela teria conseguido no pleito não só ampliar significativamente a maioria de sua coalizão mas até recuperar a maioria absoluta perdida pelo seu partido em 2024. (08/02)
Foto: Kim Kyung-Hoon/REUTERS
Em Berlim, milhares participam de ato em apoio à oposição no Irã
O Conselho Nacional da Resistência do Irã (CNRI) reuniu milhares de pessoas em Berlim em um evento de solidariedade aos protestos no país do Oriente Médio. Segundo a entidade, cerca de 100 mil pessoas compareceram ao evento, cujo lema era "Chegou a hora". A manifestação foi um ato de apoio à recente onda de protestos brutalmente reprimidos pelo regime iraniano. (07/02)
Começam os Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina
Os Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina foram oficialmente abertos em uma cerimônia no Estádio San Siro. Quase 3 mil atletas de 93 países participam do evento na Itália. A delegação do Brasil marcou presença na abertura com Nicole Silveira, do skeleton, e Lucas Pinheiro Braathen, do esqui alpino, como porta-bandeiras. Ao todo, o país será representado por 14 atletas, (06/02)
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Chuvas intensas atingem Espanha e Portugal
Península Ibérica sofre com sequência de temporais de inverno. Um idoso morreu em Portugal após ter seu carro arrastado pela enchente, e uma jovem desapareceu na Espanha. Em Andalusia, cerca de 4 mil pessoas foram evacuadas de suas casas. Dezenas de estradas foram fechadas devido a inundação e deslizamentos. Ao menos 14 rios e dez represas estavam corriam risco "extremo" de transbordar. (05/02)
Foto: Francisco J. Olmo/Europa Press/IMAGO
Assassinato de fiscal de trem por passageiro choca Alemanha
O ministro alemão dos Transportes, Patrick Schnieder (2º à direita), o diretor da Deutsche Bahn Martin Seiler (1º à direita) e ferroviários fazem, na Estação Central de Berlim, um minuto de silêncio em memória do fiscal de trem assassinado por um passageiro. O comissário de bordo foi agredido ao checar bilhetes próximo a Kaiserslautern e morreu em decorrência das lesões. (04/02)
Foto: Sebastian Gollnow/dpa/picture alliance
Gustavo Petro visita Trump em Washington
O presidente colombiano, Gustavo Petro, se reuniu com o seu par americano, Donald Trump, em um encontro a portas fechadas na Casa Branca. A conversa marcou uma mudança na relação entre os dois líderes. O colombiano se tornou um dos maiores críticos da operação americana que capturou Maduro na Venezuela. Já o americano chegou a dizer que "faria o mesmo" na Colômbia. (03/02)
Foto: Colombia Presidency/Handout/REUTERS
Passagem de Rafah, em Gaza, é reaberta após um ano
Reabertura parcial de posto fronteiriço que liga Gaza ao Egito põe fim a isolamento de palestinos e inaugura a segunda fase do cessar-fogo. Trânsito inicla de pessoas é limitado, com prioridade para a saída de feridos e sob monitoramento israelense, egípcio e europeu. Em Gaza, milhares de palestinos aguardam autorização para tratar da saúde no exterior. (02/02)
Foto: Ahmed Sayed/Anadolu/picture alliance
Cerimônia do Grammy é marcada por críticas ao ICE
Artistas vencedores do Grammy se manifestaram contra a agência de imigração dos EUA durante a celebração. Músicos usaram broches de protesto e levaram o tema para seus discursos no palco. Bad Bunny, primeiro artista hispânico a vencer álbum do ano, celebrou as comunidades migrantes. Já Billie Eilish, dona da melhor música do ano, afirmou que "ninguém é ilegal em terras roubadas". (01/02)
Foto: Chris Pizzello/Invision/AP Photo/picture alliance