Os 27 Estados-membros da União Europeia (UE), o Parlamento Europeu e a Comissão Europeia chegaram a um acordo a redução de 100% das emissões de CO2 geradas por motores a combustão até 2035.
A medida, prevista no pacote de ações de combate às mudanças climáticas da UE, o chamado Fit for 55, eliminará a comercialização de automóveis e vans a gasolina ou diesel. O fim do motor de combustão foi aprovado pelo Parlamento Europeu em 8 de junho, mas ainda era necessário o aval da 27 nações e do Executivo da UE.
O pacote visa reduzir as emissões dos gases causadores do efeito estufa em 55% até 2030 – em relação aos níveis de 1990 – para tornar viável a meta de atingir a neutralidade climática no continente até 2050.
"Uma decisão histórica da UE para o clima, que confirma em definitivo a meta de 100% de veículos com emissão zero até 2035, com fases intermediárias entre 2025 e 2030", comemorou através do Twitter o europarlamentar francês Pascal Canfin, que preside a Comissão Ambiental do Parlamento Europeu.
Não chegou ser cogitada a proibição da circulação dos veículos com motores a combustão após 2035. A previsão é que esses automóveis e vans sejam substituídos gradualmente no mercado.
Os automóveis são responsáveis por 12% de todas as emissões de CO2 na UE, enquanto os demais meios de transporte, emitem em torno de um quarto do total.
Os Estados-membros devem, a partir de agora, transformar as novas regulamentações em lei.
rc (AFP, dpa, Reuters)
Em 2019, Viena mantém a liderança entre 140 cidades avaliadas por consultoria britânica. Canadá e Austrália dominam o top 10. Critérios foram estabilidade, saúde, cultura e meio ambiente, educação e infraestrutura.
Foto: Bob BerwynCom 99,1 de um total de 100 pontos possíveis, Viena é a cidade mais habitável do mundo pelo 2º ano consecutivo no ranking da Economist Intelligence Unit (EIU), que pertence ao mesmo grupo da revista "The Economist". Neste ano, a capital austríaca já havia sido apontada como a cidade com a melhor qualidade de vida pela empresa de consultoria Mercer, um título que defendeu todos os anos desde 2009.
Foto: Bob BerwynAntes de ser desbancada do primeiro lugar por Viena em 2018, Melbourne liderou a lista "Global Liveability Index" por sete anos consecutivos. Com 98,4 pontos em 2019, ficou outra vez em segundo lugar, apesar de ter recebido 100 pontos nos quesitos saúde, educação e infraestrutura. Graças à sua próspera cena artística, Melbourne é considerada por muitos a capital cultural da Austrália.
Foto: Fotolia/peshkovDe acordo com o estudo, Sydney subiu do quinto para o terceiro lugar neste ano devido aos constantes esforços para enfrentar os impactos da mudança climática, melhorando a pontuação em relação aos aspectos ambiental e cultural. Mas a cidade mais populosa da Austrália ainda permanece um ponto atrás de sua rival, Melbourne.
Foto: picture alliance/dpa/roberthardingOsaka caiu do terceiro para o quarto lugar na lista deste ano. A cidade entrou para o ranking das dez cidades mais habitáveis em 2018, após uma redução nas taxas de criminalidade e uma melhoria geral na qualidade do transporte. A cidade portuária é um forte centro econômico do Japão e tem a segunda maior área metropolitana depois de Tóquio.
Foto: Getty Images/UIG/DukasEmbora tenha caído da quarta para a quinta posição na pesquisa deste ano, Calgary continua sendo a cidade mais habitável da América do Norte, superando as rivais canadenses Vancouver e Toronto. Com 1,3 milhão de habitantes, Calgary é reconhecida por sua alta qualidade de vida.
Foto: picture-alliance/blickwinkel/M. LohmannVancouver foi a primeira do ranking de 2002 a 2010 e novamente em 2015. Apesar de cair alguns pontos, a cidade mais populosa da Columbia Britânica somou 97,3 pontos, com pontuações perfeitas em saúde, cultura e meio ambiente, educação e infraestrutura.
Foto: Don Emmert/AFP/Getty ImagesToronto completa as cidades da América do Norte na lista das dez melhores para se viver no mundo, com uma pontuação geral de 97,2 em termos de habitabilidade. A metrópole mais populosa do Canadá também foi nomeada a cidade contemporânea mais multicultural do mundo. Metade (51%) de seus moradores vem de fora do Canadá. Na cidade moram pessoas de 230 nacionalidades.
Foto: picture alliance/All Canada PhotosTóquio passou por uma grande transformação por causa dos preparativos para os Jogos Olímpicos de 2020. Isso fez a cidade somar 97,2 pontos no estudo da Economist Intelligence Unit. A capital japonesa também é conhecida por ser uma das cidades mais seguras do mundo. Ela é popular entre os turistas que procuram tanto o ultramoderno como o tradicional.
Foto: Getty Images/AFP/K. NogiDepois de Viena, Copenhague é a segunda cidade europeia na lista das dez mais habitáveis do planeta. Apesar do custo de vida relativamente alto, a capital da Dinamarca oferece uma excelente infraestrutura e uma ótima assistência à saúde. Um de seus fortes é o incentivo ao ciclismo. Até 2025, a meta do governo municipal é que 50% das pessoas se desloquem de bicicleta de casa para o trabalho.
Foto: Morten Jerichau/Wonderful CopenhagenAdelaide é a terceira cidade australiana na lista das dez melhores para se viver no mundo em 2019. Com uma população de 1,3 milhão de habitantes, a chamada Cidade das Igrejas, pelo grande número de templos religiosos, é menor que Melbourne e Sydney, mas está se tornando cada vez mais conhecida por suas vinícolas de classe mundial, praias intocadas e crescente cena gastronômica.
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